Keynotes confirmados
Manoel Pimentel
Keynote Speaker
Manoel Pimentel é um catalisador de mudanças, Autor, Palestrante e Agile Coach na Elabor8 (Austrália). Tem trabalhado na área de TI pelos últimos 20 anos e foi um dos pioneiros na disseminação dos métodos ágeis no Brasil. Tem vasta experiência em ajudar organizações a integrar diferentes métodos ágeis (Scrum, XP, FDD, SAFe, Kanban) e modelos de governança.
Diana Larsen
Keynote Speaker
Liderando a área de práticas de desenvolvimento de software ágil, liderança de equipes e transformações Ágeis na FutureWorks Consulting e co-criadora do Agile Fluency ™ model.
Linda Cook
Keynote Speaker
Expert em Transformação Ágil e líder em TI, que adora cavalos, é fundadora do Project Cooks e board member da Agile Alliance, Linda Cook cria produtos fenomenais com profissionais que curtem seu trabalho criativo e querem ser os melhores em seus serviços.
Joanna Martins
Out-of-the-box Keynote Speaker
Publicitária pela Faap (São Paulo) e Administradora pela Aiec (Brasília). Atuou por 10 anos na área da comunicação, mas desde 2009 se dedica exclusivamente à gastronomia paraense. Está à frente do maior e mais antigo evento de gastronomia da região, o Festival Ver-o-Peso da Cozinha Paraense e acredita que a melhor forma de desenvolver a região é valorizar seus ativos naturais, por meio da cadeia produtiva da gastronomia.
Eduardo Guerra
WBMA Keynote Speaker
Pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) no Brasil, onde é o atual coordenador do programa de pós-graduação em Informática Aplicada. Foi professor em um dos institutos de engenharia mais reconhecidos do Brasil, o Institute of Aerospacial Technology (ITA), por 6 anos, onde concluiu sua graduação, mestrado e doutorado.
Conheça as trilhas
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Dê uma olhada nas trilhas, voltadas para práticas ágeis :
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Agilidade de Guerrilha
Qualquer tipo de ambiente é resistente a mudanças, mas alguns são mais resistentes que outros. Nesse momento, é preciso ser assertivo e cirúrgico — nem sempre você consegue usar tudo, então você trabalha com o que pode, entendendo o contexto e tentando enfrentar as forças contrárias. Nessa trilha, vamos falar daqueles que não desistiram no primeiro “isso nunca vai funcionar aqui”, das pessoas que cuidadosamente escolheram suas armas, suas táticas e foram silenciosamente ganhando terreno, subvertendo discursos contrários e transformando mindsets. Esta trilha é sobre aqueles que caminharam pelas trincheiras e sobreviveram para contar a história e, também, para relembrar os guerreiros e guerreiras caídos que abriram os caminhos para o futuro. -

É caindo que se aprende a levantar
Errar não é festivo, fracassar não é gostoso, mas falhar é parte do caminho do aprendizado. O erro ainda é visto como um tabu em nossa sociedade e evitamos discutí-lo, encará-lo de frente, e, com isso, tiramos menos proveito do que podemos aprender com nossos erros e os dos outros. Esta trilha é sobre aqueles que tentaram e não conseguiram. Que combateram o bom combate, mas não saíram com o cinturão do ringue. Mais do que sobre as quedas e derrotas, esta trilha é sobre aprendizado, sobre voltar para cuidar das feridas e entender o que e porque deu errado. É para aprender a encarar o erro como algo possível e passível de aprendizado. É sobre aqueles nobres combatentes que falharam, mas se dispuseram a discutir os próprios erros para que outras pessoas não levem o mesmo tombo. -

Evolua ou morra!
Se você pensa sobre como tudo é transitório, que equipes, processos, empresas e mercados estão em constante mudança e precisam se adaptar, então essa trilha é a sua cara. A dinâmica relação entre mercados, tecnologia, empresas e equipes não pode ser descrita ou encarada de forma estática. Tentar engessar esse universo é a fórmula certa para o fracasso: ou você evolui, ou é devorado por quem evoluiu. Mas como ser leve para responder às mudanças e ainda se manter coeso e não perder o objetivo? Como fazer da melhoria um estado sempre transitório entre o passado e o futuro? Se essas perguntas fazem seu cérebro “coçar”, então esta trilha é o seu lugar. -

Mão no código
Para além da concepção e das ideias, esta trilha fala daqueles que trabalham transformando conceitos em coisas reais, da galera que escova bit, que abre a IDE, editor, terminal e codifica como se não houvesse amanhã. Não existe melhor maneira de discutir produção de software do que, literalmente, escrever software – ou seja, botar a mão no código. Aqui você vai ver casos e insights de quem tentou na prática ser mais eficaz, que testou, errou, acertou, aprendeu qual o conceito real de qualidade, evolução e manutenção de código. Você pode esperar destas sessões brainstorms sobre técnicas, padrões e arquiteturas, divagações sobre ferramentas, linguagens e frameworks, e muito mais. Se você é da galera “show me the code”, seu espaço é por aqui. -

Papo de boteco: um laboratório de ideias
Você gosta de falar sobre o futuro? Olhar por cima do muro e ver o que está despontando no horizonte? O que estão testando e aplicando em outros lugares, outras realidades? Quais ideias estão sendo testadas e evoluídas “on the fly”? Qual é a próxima tendência ou hype, e como ela está sendo discutida. Quem não conhece alguém (talvez você mesma(o)?) que já teve uma ideia em uma mesa de bar e que acabou amadurecendo em uma solução para um problema complexo? Baixando nossos filtros do que é plausível, saímos da caixinha — e tem tanto pra explorar do outro lado! Essa trilha é para aqueles que enxergam devaneios coisas novas e até improváveis. Hipóteses que ainda não foram comprovadas, ou ideias que não estão maduras, mas que já começaram a dar os primeiros passos na direção do mundo real. É o momento de deixar a mente trovejar e ser provocativa. -

Pessoas, grupos e comportamento: o fator humano
Existe muito mais nas relações entre pessoas do que o que pode ser tratado de forma simples em uma conversa. Encontrar o equilíbrio entre o coletivo e o indivíduo é fundamental, e existe uma arte em fazer com que grupos de trabalho se tornem times, aprendam a alinhar objetivos, balanceando forças e fraquezas para atingirem alta-performance. Se você gosta de estudar as relações sociais, entender como motivações de indivíduos influenciam a equipe, como facilitar insights ou se você só gosta mesmo de “bicho gente”, esta trilha é para você.
Tipos de sessão
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Apresentação
A tradição também tem lugar.
Sessões do tipo Apresentação expõem assuntos, ideias e/ou experiências de forma a favorecer a compreensão e recebimento do conhecimento do palestrante. É o formato clássico de sessões e exige um bom domínio de quem as apresenta para manter o público entretido e, ao mesmo tempo, agregar valor. Não existem restrições neste tipo de sessão sobre quanto tempo o palestrante deverá dedicar ao esclarecimento de dúvidas e perguntas. Contudo, recomendamos reservar ao menos 5 minutos no final deste tipo de sessão para isso. -

Mão na massa
Porque ensinando se aprende.
Sessões Mão na Massa são workshops e tutoriais com atividades práticas e alta participação do público. O objetivo principal é transmitir o conhecimento de uma maneira prática. Workshop é uma oportunidade para que os participantes aprendam uns com os outros sobre um tópico relevante, compartilhando idéias a fim de expandir uma nova técnica ou discutindo novas idéias a serem compartilhadas com a comunidade. Tutoriais são aulas guiadas por um instrutor para prover aos participantes conhecimento prático que possa ser usado de imediato em seu dia-a-dia. -

Você está certo disso?
Provocativo? Gosta de contestar status quo?
Sessões "Você está certo disso?" buscam instigar o debate e reflexão da comunidade sobre um tema. O palestrante poderá ou não prover respostas, mas acima de tudo ele apresentará uma perspectiva inovadora ou contestadora sobre o status quo. Estas sessões são dinâmicas, sendo compostas de uma apresentação sobre o assunto de 20 minutos ou menos, e o restante do tempo dedicado à participação da audiência. Sessões desse tipo são para pessoas que acreditam que somente as perguntas certas obtém respostas que fazem diferença. -

Exercite Sua Criatividade
Formato inovador de sessão também tem espaço!
Os outros tipos de submissão parecem não se encaixar na mecânica que você gostaria para trazer o seu conteúdo? Essa é exatamente a ideia de uma sessão do tipo “Exercite sua criatividade!”. Suas únicas limitações aqui são uma sala e um timebox. Como você vai utilizá-los para atingir seu objetivo está sob o seu domínio - ou, no caso, sob o domínio da sua imaginação. -

Duelos
A #AgileBR disponibiliza a arena - e você, uma boa briga.
Duelos são sessões com o objetivo de incentivar o pensamento crítico e promover discussões com grande potencial para novos insights, mesmo aos agilistas mais experientes. É uma submissão única com dois palestrantes defendendo pontos opostos sobre um mesmo tema por 15 minutos cada, seguidos por 20 minutos de debate com o público presente.
Como tirar melhor proveito da Agile Brazil?
A Agile Brazil é uma conferência para públicos com todos os níveis de experiência. Você pode ser experiente em um assunto e novato em outro. Saiba como tirar melhor proveito disso e escolher entre...
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Novatos
Para quem está começando a ter contato agora com métodos ágeis e busca criar uma base de conhecimento sobre o tema. -

Iniciante Avançado
Pessoas que já seguiram alguns métodos em seus projetos e conseguem ver o que funciona e o que não funciona em sua experiência. -

Competente
Aqueles que já têm experiência o bastante para entender a aplicação contextual de práticas ágeis e estão interessados em conhecer outros contextos. -

Proficientes
Agilistas que têm uma compreensão mais profunda do tema e baseiam suas decisões em instintos adquiridos com experiência e em princípios ágeis, mais do que em processos ou práticas conhecidas. -

Experiente
Agilistas com uma compreensão mais profunda do tema, que dominam o assunto a ponto de liderar uma equipe ou capacitá-la em suas práticas.



















