Agile Brazil 2011 - Fim de Junho, 2011 em Fortaleza - CE

Resumo das sessões

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Keynotes

  • Jim Highsmith

    Jim Highsmith é consultor executivo para a ThoughtWorks, Inc., e tem mais de 30 anos de experiência como gerente de TI, gerente de produtos, gerente de projetos, consultor e desenvolvedor de software.

    Jim é o autor de Agile Project Management: Creating Innovative Products, publicado pela Addison Wesley em 2004; Adaptive Software Development: A Collaborative Approach to Managing Complex Systems, publicado pela Dorset House em 2000 e ganhador do prestigioso prêmio Jolt Award; e Agile Software Development Ecosystems, publicado pela Addison Wesley em 2002. Jim recebeu o prêmio internacional Stevens Award 2005 por suas contribuições excepcionais para o desenvolvimento de sistemas.

    Jim é co-autor do Manifesto Ágil, membro-fundador da Agille Alliance, co-autor da Declaração de Interdependência para líderes de projeto e co-fundador e primeiro presidente da Agile Project Leadership Network. Jim já prestou consultoria para organizações de TI e de desenvolvimento de produtos e empresas de software nos EUA, Europa, Canadá, África do Sul, Austrália, Japão, India e Nova Zelândia.

    Liderança adaptável: acelerando a agilidade organizacional

    • Auditório Principal
    • Quarta-feira 29/06
    • 9:00
    • Com Tradução

    "Oito em cada dez executivos esperam que seu ambiente cresça consideravelmente mais complexo e menos da metade acredita saber lidar com isso com sucesso", segundo um estudo recente da IBM. Uma pesquisa feita pela Escola de Administração MIT Sloan relata que organizações ágeis geram ganhos 30% maiores por ação. O problema da complexidade e a solução de agilidade são questões empresariais que vão além do desenvolvimento ágil de software para a agilidade organizacional.

    Em alguns círculos, executivos e líderes ágeis são repreendicos por comprar pizza e sair do caminho, enquanto em outros eles são meramente convidados a apoiar times auto-organizados. Mas liderar organizações ágeis exige mais que isso. Liderança adaptável requer o entendimento da agilidade estratégica sob a pespectiva do negócio e como práticas como entrega contínua e uma mentalidade de agilidade sustentável podem ser combinadas para criar organizações de TI altamente responsivas que conseguem fazer contribuições significativas para a agilidade organizacional.

    Liderança adaptável tem duas dimensões: Ser Ágil e Fazer Ágil. Esta apresentação irá explorar as atividades que um líder ou executivo ágil deve "fazer", começando com quatro alavancas-chave para a mudnaça: "Faça Menos", "Velocidade-para-Valor", "Qualidade" e "Envolva/Inspire". A seguir, focaremos em como "Ser" ágil — sendo adaptativo, sendo pilotos do paradoxo, abraçando a exploração e adotando um estilo de liderança facilitadora. Esta sessão irá explorar como a Liderança adaptável é essencial para revolucionar organizações de TI.

    Outros aspectos da liderança adaptável cobertos incluirão:

    • Criando um sistema de gerenciamento do desempenho ágil
    • Alinhando esforços de transformação ágil com a estatégia de negócios
    • Ajudando equipes entenderem e entregarem objetivos de negócio, produto e projeto
    • Determinando abordagens ágeis para a operação, o portfolio e a estratégia da empresa.
    • Facilitando um ambiente de trabalho descentralizado e colaborativo
    • Promovendo arquiteturas de TI, de linha de produto e de produto adaptáveis
    • Criando um framework para avaliação de proficiência ágil
    • Criando processos de adaptação organizacional proativos e reativos
    • Criando orientações, treinamento e suporte para entrega ágil
  • Joshua Kerievsky

    Joshua Kerievsky é um empresário, autor, programador e globalmente reconhecido especialista em Programação Extrema e Desenvolvimento Lean. Ele é apaixonado por software de alta qualidade e por descobrir maneiras melhores/mais rápidas de produzí-lo.

    Sua empresa, Industrial Logic, é frequentemente descrita como um "grupo de estrelas de rock ágil" que passou a última década melhorando constantemente sua própria agilidade e ajudando outros a crescerem de iniciantes a praticantes avançados de métodos ágeis. Joshua e seus colegas começam compromissos com avaliações que ajudam grupos a entender seus pontos fortes e desafios atuais, considerar onde eles gostariam de estar amanhã mapear estratégias para atingir esse objetivo.

    Líderes de mercado como Google, GE, HP, Standard Life e ThoughtWorks confiam no e-Learning e em workshops presenciais da Industrial Logic para ajudar milhares de pessoas ao redor do mundo a praticar e aprender habilidades valiosas de Programação Extrema, métodos ágeis e Lean. Joshua e seus colegas são coaches habilidosos que provêm uma mistura de conhecimento técnico, gerencial e empresarial em seu trabalho com executiso, gerentes, clientes, analistas, desenvolvedores, testadores, coaches em treinamento e outros. Eles julgam seus compromissos de coaching pelo quanto conseguiram produzir uma cultura de melhoria contínua.

    Seu best-seller de 2004, Refatoração Para Padroes, ganhou um prêmio Jolt Cola e foi traduzido para 8 línguas, inclusive português. Joshua mora com sua mulher e três filhos em Berkeley, California.

    Priorizando a Felicidade

    • Auditório Principal
    • Quinta-feira 30/06
    • 9:00
    • Com Tradução

    Todos nós gostamos de ser feliz, mas quantos de nós priorizamos o trabalho com base na felicidade? Considere as pessoas que compram, usam, vendem ou fazem o seu produto/serviço. Você está focado em fazer todos felizes?

    Quando reflito sobre um grande negócio de Agile eLearning que minha empresa fez com nosso maior cliente, entre 2009-2010, é claro que priorizamos mais a felicidade de alguns indivíduos, e menos a felicidade dos outros. Os negócios menores que estamos fazendo agora com esse mesmo cliente em 2011 revelam a importância de priorizar a felicidade em toda a comunidade de pessoas envolvidas com o nosso produto.

    Priorizar a felicidade nos ajudou a ampliar nosso foco e descobrir o trabalho que realmente importa. Nesta palestra, vou descrever como priorizar a felicidade pode ter um impacto profundo sobre o seu processo, as pessoas envolvidas e seus resultados.

  • Vinícius Teles

    Desenvolvedor de software e fundador da Improve It, empresa criada no Rio de Janeiro, em 2001. Atualmente passa a maior parte do tempo cuidando do Be on the Net, o primeiro produto comercial da empresa. Durante muito tempo trabalhou como coach de equipes XP em diversas organizações do Brasil. Também costumava dar treinamentos e ministrar palestras sobre Extreme Programming. Em 2004, publicou um livro sobre Extreme Programming que é o primeiro e único escrito no Brasil sobre XP.

    2012: o ano em que a Terra parou acabou, porque o software travou

    • Auditório Principal
    • Sexta-feira 01/07
    • 9:00

    Embora há muito se saiba que a Terra terá seu fim no dia 21/12/2012, o que poucos sabem é a verdadeira razão. Ao contrário do que se pensa, o fim da Terra não será causado por um cometa, ou por mudanças no seu eixo de rotação, ou por motivos diversos de ordem esotérica. A Terra acabará no dia do GTA, ou seja, no dia da "Grande Tela Azul".

    Durante anos a humanidade se afundou em software mal feito e acumulou débito técnico. Lentamente, de modo gradual, contínuo, e quase imperceptível, a conta cresceu e se tornou impagável. Nesta apresentação, pela primeira vez na história, a humanidade terá a chance de conhecer o verdadeiro futuro que lhe aguarda e terá plena consciência do caos em que se afundará, como consequência de sua negligência na forma de fazer software. E, pela última vez, receberá a chance de colocar a Terra nos eixos e, quem sabe, salvá-la da tão temida "Grande Tela Azul" que lhe espera.

    Naturalmente, essa é uma apresentação pouco convencional, que lhe fará reavaliar suas prioridades, lhe dando a chance de pensar melhor sobre o que fazer com os poucos meses que lhe restam até a chegada da fatídica GTA.

Interesse Geral

Scrumban: do Scrum ao Kanban

  • Praticante
  • Tutorial
  • 50 minutos
  • link
  • Auditório Principal
  • Quarta-feira 29/06
  • 11:00
Rodrigo de Toledo

Rodrigo de Toledo é PhD pelo INRIA na França e mestre pela PUC-Rio.

Na área acadêmica, tem diversos artigos internacionais em computação gráfica e lecionou por alguns anos na PUC-Rio.
Rodrigo trabalhou por dez anos no Tecgraf onde desempenhou por um ano o papel de Scrum Master.
Atualmente é engenheiro de software na Petrobras onde atua também como Product Owner, além de se dedicar à divulgação dos métodos ágeis.

Recentemente, a comunidade ágil, tem voltado a atenção para o Kanban, muitas vezes usando como referência o Scrum (método ágil predominante). Nesta palestra explicitamos esse caminho do Scrum ao Kanban, também conhecido como Scrumban, em uma ordem lógica, revelando os ganhos que podemos colher.

Da visão a produção - Criando produtos e lançando ao mercado

  • Praticante
  • Workshop
  • 110 minutos
  • Limite: 30 participantes
  • Sala Interesse Geral
  • Quarta-feira 29/06
  • 11:00
Daniel Wildt

Daniel Wildt atua com capacitação, coaching e desenvolvimento de projetos usando Metodologias Ágeis desde 2003. Em 2004 fundou o Grupo de Usuários de Metodologias Ágeis do Rio Grande do Sul, que coordena desde então. É especialista na aplicação de Lean, eXtreme Programming e Scrum, em times locais ou ambientes distribuidos. Já participou de projetos envolvendo 3 continentes aplicando Metodologias Ágeis e diversos fuso horários, participou de diversos eventos na área, e possui publicações nacionais e internacionais na área em portais, revistas e congressos.

Rafael Helm

Rafael Helm atua há mais de 10 anos na área de desenvolvimento de software e é membro do time de desenvolvimento móvel da Trevisan Tecnologia (http://www.trevisantecnologia.com.br). É simpatizante de métodos ágeis, fã do banco de dados PostgreSQL, além de pai de família e triatleta amador. Sonha em completar um Ironman (http://ironman.com) algum dia. Email para contato rafaelhelm@gmail.com

A partir de ideias elaboradas de exemplos de produtos os participantes serão desafiados a trabalhar questões como roadmap, pitch de venda, lançamento estilo hollywood, e formas de como criar um produto que pode ser lançado aos poucos e realmente testar e buscar mercado. É colocar as práticas ágeis e conceitos de lean startups na prática e poder levar isto para a vida real.

Slicing and dicing your user stories

  • Praticante
  • Palestra
  • Com Tradução
  • 50 minutos
  • link
  • Auditório Principal
  • Quarta-feira 29/06
  • 12:00
Jenny Wong

Jenny works as a business analyst at ThoughtWorks for over 5 years. So far this journey has taken her in projects of all sizes, in delivery, coaching and consulting nature, all over the place in India, China, Hong Kong, the United Kingdom and the United States. Currently she spends her time between Chicago and New York, where she is in an agile team of 50 people.

Outside of projects, she spends most of her time as an internal analyst coach in ThoughtWorks. She has been involved in local development community meet up in Agile Hong Kong, BarcampHK. She also presented at Skillsmatter in London and most recently in XP2010 in Trondheim, Norway.

Danilo Sato

Danilo Sato é desenvolvedor de software há 10 anos, trabalhando com Métodos Ágeis há 7 anos e consultor da ThoughtWorks há 3 anos, atuando nos mais diversos papéis: desenvolvedor, agile coach, arquiteto, treinador e líder técnico em projetos Ruby e Java no Brasil, EUA e em UK. Com experiência como palestrante em conferências nacionais e internacionais, Danilo já apresentou na XP 2007, XP 2009, XP 2010, Agile 2008, Agile 2009, Ágiles 2008, Falando em Agile 2008, Rails Summit Latin America 2008, além de ser o fundador do Coding Dojo @ São Paulo.

Agile teams learned that splitting teams into silos and functional areas is not a productive way to develop software. Having cross-functional teams improve collaboration and enables delivery of value faster. The same arguments can be applied to user stories. The way in which business requirements and features are translated into user stories play an important role on the software delivery process. This session will discuss the benefits of working with small user stories, and present different ways to split requirements into user stories.

Exploring User Wish through Mindmapping

  • Praticante
  • Workshop
  • Sem Tradução
  • 50 minutos
  • Limite: 60 participantes
  • link
  • Sala Interesse Geral
  • Quarta-feira 29/06
  • 15:30
Kenji Hiranabe

Hello, Brazil !

This is my first time visit to Brazil and I’d really like to make this visit happen.

I’m an Agile practitioner and book translator in Japan. CEO of Change Vision, Inc., the product owner of “Astah”(a modeling tool formerly known as JUDE), which is widely used in Brazil.

And I have (co-)translated a dozen of Agile books including “The Art of Agile Development”, “Lean Software Development 1,2,3”, “XP Installed”, “Agile Project Management” and “Multi-Paradigm Design in C++”.

My talks are around TPS(Toyota Production System: Roots of Lean), Kaizen(Continuous Improvement), Project Facilitation, and Mindmapping in an Agile projects.

I think of software development as a form of communication game, and is always searching for better ways that makes it more productive, collaborative, and fun !


2008 Gordon Pask Award Recipient for Contributions to Agile practice
Kenji Hiranabe

Gathering requirements or “User Stories” is always a challenging activity in Agile or in any other approaches. The primary factors that make this activity effective are communication and facilitation skills of the interviewer. In this session, I propose using mind mapping that focuses on those primary factors to explore “User Wish” — a vague shape of user requirements before it is written into a form of User Stories.

Demo and Hands-on included!

A sociedade do Dojo e os grupos de Capoeira

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Interesse Geral
  • Quarta-feira 29/06
  • 17:00
Bruno Pedroso

Bacharel em ciência da computação pela Universidade de Brasília, onde atualmente desenvolve seu projeto de mestrado sobre desenvolvimento orientado a testes. Organiza dois grupos de Coding Dojo: DojoSEA e DojoBrasília, ministra cursos e palestras sobre XP há cerca de três anos, e escreve em diversos blogs a respeito do assunto. É desenvolvedor com 12 anos de experiência, e atua hoje como coach de projetos e coordenador da área técnica da SEA tecnologia, dando grande enfoque à aplicação de valores e princípios do XP.

Nessa palestra, vamos refletir sobre o papel e a organização dos grupos de CodingDojo. Vamos analisar a situação atual dos grupos, seus objetivos, seu potencial enquanto mecanismo de aperfeiçoamento e reconhecimento profissional.

Será traçado um paralelo entre os grupos de dojo e os grupos de Capoeira, sob a ótica da história de organização e institucionalização da arte-luta brasileira, ocorrida principalmente durante a década de 80.

Por fim, será apresentado um novo ponto de vista sobre a organização social dos grupos de dojo, seu papel social, e uma proposta de desenvolvimento baseada em meritocracia e diversidade.

Da Essência à Necessidade - Os Mitos do Mundo Ágil!

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • file
  • Sala Interesse Geral
  • Quarta-feira 29/06
  • 18:00
Paulo Igor Alves Godinho

é Bacharel em Sistemas de Informação, Mestre em Ciência da Computação, trabalha como Analista de Sistemas e Professor Universitário, atualmente presta serviço para Cobra Tecnologia desenvolvendo soluções no setor bancário e auxiliando na adoção de práticas ágeis, ministra aulas na pós-graduação do Centro Universitário do Pará (CESUPA) nas disciplinas de Engenharia de Software. É CSM (Certified Scrum Master) da Scrum Alliance e colaborador do grupo TA SAFO. Mantém o blog Melhoria Contínua (http://blog.pigor.net).

Anderson Silveira

Graduado em computação pelo CESUPA e pós-graduado pela UFPA em Gerência de Projeto de Software. Experiência há mais de 5 anos na área de análise e desenvolvimento de soluções de software com amplos conhecimentos que vão desde aplicativos móveis até sistemas Integrados de Gestão Empresarial (ERP). Certificado ScrumMaster(CSM). Incentivador e praticante de metodologia ágeis dentro do desenvolvimento de software na Ci&T a qual atuo como Arquiteto de Software difundindo práticas de engenharia ágil tais como: TDD, Integration Continuous e a sua importância, automatização de rotinas,builds. E tudo que é relevante para construção de um software confiável e manutenível de forma rápida e com ritmo e qualidade sustentável.

A palestra tem o intuito de questionar práticas do dia-a-dia em projetos ágeis, que são aplicadas de maneira equivocada devido a distorção de seus valores. A necessidade de se tornar ágil deve ser justificada pela essência dos valores que essa cultura traz.

Jogando com os Valores Ágeis

  • Iniciante
  • Workshop
  • 110 minutos
  • Limite: 30 participantes
  • Arquivo
  • Sala Interesse Geral
  • Quinta-feira 30/06
  • 11:00
Lucianna Almeida

Formada em Ciência da Computação pela USP, atualmente trabalha como desenvolvedora de software na Locaweb. Durante a graduação direcionou seus estudos para métodos ágeis, TDD e qualidade e limpeza de código-fonte. Foi voluntária na Agile Conference em 2010 (Orlando, Flórida) e no Encontro Ágil em 2009 e 2010. Palestrou no FISL e na Campus Party em 2010 (palestra: “Atratividade de Projetos Software Livre e Métricas de Código-Fonte”) e foi organizadora do Encontro do BCC em 2009 (semana de palestras e minicursos realizada no IME-USP).

Thiago Rodrigues Colucci

Bacharel em ciências da computação pela Universidade de São Paulo, aprendeu a programar através de Dojos e discussões com o pessoal de ágil da universidade. Foi criado desde o início com TDD e programação pareada.

Atualmente é Doutorando em ciências da computação do IME-USP.

Quando trabalhamos em grupo e continuamos pensando individualmente, podemos encontrar muitas dificuldades que nos impedem de obter ótimos resultados.

Nesse workshop, através de 3 jogos bastante interativos e dinâmicos, teremos até 30 participantes separados em pequenos times percebendo a importância dos seguintes valores: comunicação, transparência, feedback, coragem e respeito quando trabalhamos em equipe.

O grandiosismo dos loucos

  • Experiente
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Auditório Principal
  • Quinta-feira 30/06
  • 12:00
Cecilia Fernandes

Bacharelando em Ciência da Computação pela USP, desenvolveu como trabalho de conclusão de curso um software para gerenciamento de métodos ágeis. O envolvimento com a área aconteceu anos antes, através de eXtreme Programming e, mais tarde, Scrum.

É certificada pela Scrum Alliance como Certified Scrum Practitioner.

Desenvolvedora, consultora e instrutora pela Caelum, é responsável pelo curso de Gerenciamento ágil com Scrum e participa de projetos, tanto comerciais quanto open source, utilizando diariamente métodos ágeis.

Além disso, atualmente, trabalha como consultora na implantação de métodos ágeis e entendimento da cultura ágil, enquanto estuda Cristal e promove a utlização de Lean dentro da Caelum.

Guilherme Silveira

Tendo trabalhado nos últimos 6 anos na Caelum, seu primeiro contato mais forte com XP foi através do projeto XStream de Joe Walnes no grupo Codehaus, reforçado pelos releases posteriores do VRaptor e hoje em dia de diversos outros projetos open source e fechados executados para a Caelum ou para clientes. Com um envolvimento grande na comunidade java, tendo co-fundado o GUJ, se ligou mais a parte de metodologias ageis não ligadas a engenharia de software quando seu papel tornou-se um pouco menos técnico e hoje em dia é líder técnico e responsável pelo conteúdo técnico dos cursos da Caelum. Na faculdade de matemática aplicada pode colocar em prática diversos conceitos ligados a TDD com relação a seus projetos de iniciação científica e deixar de lado os mesmos ou utilizá-los quando necessário em problemas das maratonas de computação.

No último ano, diversos foram os posts polêmicos dos heróis da agilidade e do design evolutivo. Alguns desses posts nos fizeram pensar se tais gênios estão deixando-se levar pela sua grandiosidade e trocando argumentos por opiniões pessoais, já que uma multidão os segue sem questionar suas idéias.

Nessa palestra, lembraremos dos textos mais loucos e extremistas do último ano e os analizaremos de forma mais crítica, em busca de promover discussões mais avançadas sobre diversos temas.

Integrando equipes ágeis. Um overview sobre os problemas em escalar agilidade

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Interesse Geral
  • Quinta-feira 30/06
  • 14:30
Emerson Carvalho

Graduado em Ciência da Computação pela Universidade José do Rosário Vellano e Mestrando em Ciência e Tecnologia da Computação pela Universidade Federal de Itajubá. Atuou no desenvolvimento de projetos, web e desktops, para diferentes segmentos (mineração, geoprocessamento e meio ambiente) e em diferentes plataformas (Java, .NET (C#, WPF, WCF), Delphi e Adobe Flex). Há aproximadamente 3 anos vem ajudando times a conhecer e evoluir práticas ágeis (Scrum, kanban e XP) para o desenvolvimento de software. Atualmente coordena a adoção de práticas ágeis no segmento de produtos da Devex, maior empresa brasileira de software e hardware para automação da operação de minas e usinas.

Anderson Faria

Graduado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Lavras. Trabalho há sete anos na Devex, maior empresa brasileira de software e hardware para automação da operação de minas. Trabalhei três anos como gerente de projetos e gerente de implantações em clientes como Vale, Votorantim Metais, Anglogold Ashanti, CSN e Kinross.
Experiência de um ano e meio com metodologias ágeis com participação ativa na mudança de cultura e adoção dos princípios ágeis no seguimento de produto da empresa como primeira equipe a adotar e desenvolver o Scrum na empresa. Há oito meses trabalho como ScrumMaster de uma equipe que desenvolve novos produtos utilizando a plataforma .NET (C#, WPF, WCF).

As dificuldades aumentam, em uma proporção considerável, a partir do momento em que precisamos escalar agilidade. As dificuldades vão desde a falta de informações que realmente ajudam as equipes em seus pontos de partida até o momento de elaborar adaptações que atendam às necessidades específicas.

Independente do contexto alvo da escalada ágil, algumas necessidades e cuidados ficam evidentes.

O objetivo dessa palestra é evidenciar os itens importantes a serem tratados ao iniciar um projeto para escalar agilidade, esclarecer alguns conceitos e apresentar algumas abordagens para a solução de potenciais problemas.

Agile Transitions - Culture of Change or Change of Culture?

  • Praticante
  • Palestra
  • Com Tradução
  • 50 minutos
  • Auditório Principal
  • Quinta-feira 30/06
  • 17:00
Thomas Lissajoux

Thomas is an agile coach for OCTO Technology, France. He is helping teams and manager cope with change and deliver a great user experience. He is a regular speaker at conferences such as Agile Tour, XPDay, UPA… His topics of interest include individual and team coaching, portfolio management and agile user experience.

Do you ever wonder, why you do everything alright : product teams, tdd, scrum by the book… but friction and resistance seem unavoidable ? Maybe after all this agile transition is not only a matter of process and practices ? Yes that’s important at the team level, but is this enough when scaling across the organization ?

Our proposition is that focusing on the change of organizational culture is needed. In this session, we’ll detail what really is behind this culture change and introduce useful models to help us conduct those transformations. The core of the session will be participatory, as we’ll explore through questions the experience of participants, when it comes to the various culture shifts specifically brought by agile transformations.

Retrospectivas Ágeis

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • arquivo
  • Sala Interesse Geral
  • Quinta-feira 30/06
  • 17:00
Vitor Pelizza

Formado em ciências da computação pela universidade federal de santa catarina, trabalha a 4 anos na área de TI. Atualmente cursa o MBA de gerenciamento de projetos na Fundação Getúlio Vargas (FGV) em Florianópolis

É ScrumMaster certified e possui participação em cursos na área de desenvolvimento ágil, como “Agile Retrospectives” (Diana Larsen) e “Lean Software Development” (Mary/Tom Poppendieck). Também, participa de eventos da área como “Ágiles 2009” (Florianópolis) e Pensando Lean (São Paulo).

Como diretor da OnCast Technologies, atua na área de coaching ágil, dando suporte para as pessoas e equipes da OnCast.

A retrospectiva é uma prática para melhoria contínua que está presente na maioria das técnicas/frameworks ágeis, tanto para o gerenciamento de projetos quanto em um nível mais executivo. Apesar disso, existem técnicas que podem a tornar mais efetiva, incentivando a colaboração das pessoas e gerando ações que realmente agregam valor para esse processo. O objetivo dessa palestra é apresentar um framework para condução de retrospectivas ágeis.

Prepare a Sandwich like an Agile Business Analyst

  • Iniciante
  • Palestra
  • Com Tradução
  • 50 minutos
  • Auditório Principal
  • Quinta-feira 30/06
  • 18:00
Lucas Medina

Lucas is a graduate in Information Systems, from PUCRS, a course which prepared him with systems analysis, database management, project management and software development skills. However, most of his career has been focused in the testing and analysis realm.

With 9+ years of experience in the software development industry, Lucas’ primary domain experience has included Enterprise Infrastructure Management, Diagnostics Access for Mobiles and Desktops as well as Airlines.

For the last four years Lucas has been working with Agile methodologies. More recently, Lucas’ day-to-day work involves operating as an Agile Business Analyst and contributing greatly to Social Impact causes.

Kimberley Szuta

Kimberley graduated with a Computer System Technology diploma from the Saskatchewan Institute of Applied Sciences and Technology (SIAST). It was this education that introduced her to a variety of agile concepts that she has been able to apply throughout her career.

Initially, Kimberley started out solving computer issues as a Software Technician and progressed into managing a project team of five as a Project Manager. During this time she had always found herself gravitating back towards the Business Analyst role. As a Business Analyst she experienced a wide variety of projects from working on Microsoft SharePoint implementations to data management all the way to custom development projects. She enjoys finding the happy medium between diving deep into requirements analysis, applying agile methods and understanding how the overall project meets the strategic goals of the business.

Furthermore, Kimberley started speaking when she was elected to student council where she engaged in countless presentations for the student body. In her career, she has presented for many project showcases and has had the opportunity to speak within ThoughtWorks. More recently, last year, Kimberley presented on agile for the International Institute of Business Analysis (Calgary Chapter) and Business Analyst World 2010 Conference.

With our humorous and engaging comparison of software development to sandwich making skills we’ll share with you a high-level view of a week in the life of an Agile Business Analyst. This presentation will touch on a variety of analysis techniques that could be applied throughout the first iteration of an Agile project. Come out and participate in this interactive talk – we’re sure you’ll enjoy the sandwich we’ve got prepared for you!

Ágil como Bruce Lee

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Interesse Geral
  • Quinta-feira 30/06
  • 18:00
Luiz Fernando Amorim Ribeiro

Luiz é graduado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de São Carlos.

Trabalha com software desde 2007 quando atuou como consultor pela Ícaro Technologies em Campinas – SP na área de gerência de redes e falhas.

No início de 2008 mudou-se para a Estônia, onde trabalhou até 2010 na Aqris Software AS como desenvolvedor e posteriormente Scrum Master. Lá teve suas primeiras experiência com práticas ágeis como TDD, programação em pares e integração contínua. Envolveu-se ativamente com a comunidade nórdica de métodos ágeis, participando de vários eventos locais e apresentando sobre o assunto internamente na empresa.

Em junho de 2010 voltou ao Brasil para trabalhar com a ThoughtWorks Brasil e continuou ativo na divulgação de métodos ágeis, voltando duas vezes à Universidade Federal de São Carlos para apresentar sobre o assunto.

João Alberto Vortmann

João se formou em ciência da computação pela Universidade Federal de Pelotas no final de 2008.

Trabalhou na Voiza em Pelotas até a metade de 2009 quando foi para Porto Alegre em busca de um mestrado na UFRGS.

Frustrado com o mestrado e sabendo que a ThoughtWorks estava vindo para o Brasil, em dezembro de 2009 ele se juntou aos primeiros Thoughworkers brasileiros que fizeram parte de um projeto distribuído entre 4 cidades em 3 países diferentes. No projeto foi aplicado XP e video-conferências para comunicação entre os diferentes times de desenvolvimento. O projeto foi tido como o melhor release que o cliente já teve.

Em seguida, participou de um projeto rápido, de menos de 1 mês. O contato direto com o cliente fez com que a solução desenvolvida se adequasse melhor as necessidades do cliente.

O próximo passo foi participar de um projeto de outro cliente com bastante código legado. Os principais desafios desse projeto é influenciar o cliente para melhorar seu processo, fazendo com que o ágil faça parte do seu dia a dia.

Programação em pares, TDD, iterações e vários outros termos são parte do cinto de utilidades recheado de práticas de qualquer integrante de um time que utiliza métodos ágeis.
Aprenda quais são as motivações por trás delas e os valores em que se baseia o manifesto ágil. Entenda também porque apenas seguir cegamente um conjunto de práticas não garante a melhoria do processo de desenvolvimento.
Descubra que mesmo Bruce Lee já aplicava as mesmas ideias para refinar suas técnicas e se tornar o artista marcial mais bem conhecido de todos os tempos!

Individuals and interactions over processes and tools

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Interesse Geral
  • Sexta-feira 01/07
  • 11:00
David Paniz

Graduado e pós-graduado pela Faculdade de Informática e Administração Paulista, trabalha com desenvolvimento de software desde 2005, sendo quase 3 anos na Caelum trabalho como consultor e instrutor. Já palestrou em grandes eventos nacionais como Encontro Ágil, Oxente Rails além de Host das lightning talks durante a QCon SP.

Lembrar que não existe bala de prata, também para as metodologias e frameworks. No atual momento da comunidade onde se gasta mais tempo discutindo qual metodologia é melhor, o objetivo é lembrar as raízes da agilidade e o que realmente afeta o bom andamento de seu time / projeto.

Avançando nos Fundamentos do Lean Thinking

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Slides
  • Sala Interesse Geral
  • Sexta-feira 01/07
  • 12:00
Christopher G. Thompson

Mestre em Engenharia Naval e Oceânica pela Escola Politécnica da USP. Tem participado da difusão e implementação lean em diversas empresas no Brasil como gerente de projeto e instrutor do Lean Institute Brasil. Atualmente, participa do estudo e desenvolvimento do Lean Thinking em gerenciamento de projetos com aplicação em ambientes sob encomenda (make-to-order) e serviços. Certified Scrum Master pela Scrum Alliance.

A jornada lean de uma empresa, diferenciando implementações sustentáveis de modismos passageiros, depende do profundo entendimento e da prática diária dos fundamentos do sistema. Serão discutidos conceitos básicos como valor e desperdício, que são muitas vezes mal compreendidos e negligenciados, e será destacada a importância da melhoria contínua (kaizen) como um elemento tanto de aperfeiçoamento de processos quanto respeito às pessoas.

Negociando limites

  • Experiente
  • Workshop
  • 110 minutos
  • Limite: 40 participantes
  • link
  • Sala Interesse Geral
  • Sexta-feira 01/07
  • 14:30
Paulo Caroli

Paulo Caroli serves ThoughtWorks as an Agile Coach with over 14 years of software development experience. He has a proven track record in variety of IT roles including: Developer, Application Architect, Project Manager, Business Analyst, Quality Assurance, and Trainer. In 2000 Paulo first encountered Extreme Programming, since then he has been ever-increasing his expertise in Agile Management and Agile Development processes and practices. Paulo has been authoring articles, conference sessions, and open source projects in a variety of IT subjects. For more information, please check www.caroli.org.

Paulo joined ThoughtWorks in 2006 and has held the positions of Agile Development Coach, Trainer, and Project Manager. Prior to joining ThoughtWorks, Paulo has worked for several software corporations: research labs, Silicon Valley start-ups, large companies and software consultancies. He has several years of experience coaching and influencing high performance teams (collocated and offshore) in the delivery of custom technology solutions across a wide range of industries. Paulo holds a B.Sc. in Computer Science and an M.S. in Software Engineering both from Pontificial Catholic University of Rio de Janeiro, Brazil (PUC-Rio).

Não aceite limites! Mas também não seja rebelde sem causa. Vamos conversar sobre o porquê do limite do Kanban, e pelo motivo que proponho um controle mais flexível e efetivo: o placar de meta-variância (the target-variance score).

Captando requisitos de forma ágil

  • Iniciante
  • Workshop
  • 110 minutos
  • Limite: 50 participantes
  • Sala Interesse Geral
  • Sexta-feira 01/07
  • 17:00
Nícolas Iensen

Formado pela PUC-RS em Ciência da Computação
Participou de grupos de pesquisa pela CAPES
Experiência profissional na HP trabalhando com testes automatizados por 2 anos
Fundador da Quavio Software na Web
Agilista desde 2008 atuando frente a captação e análise de requisitos em diversos projetos de software
Rubista desde 2008 com experiência com vários frameworks web baseados na linguagem
Palestrante em eventos do GURU-RS e GURU-SC – http://www.gururs.org/

Existem diferentes técnicas para captação e análise de requisitos, como profissionais do ramo de software é importante termos conhecimento sobre algumas dessas técnicas, e saber quando utiliza-las.
Neste tutorial abordaremos a técnica de workshop de requisitos, este promove a comunicação entre as partes interessadas do projeto, afim de definir, refinar, priorizar e acordar os requisitos de usuários.
O workshop compromete os usuários com o processo de descoberta e resulta num sentimento de propriedade sobre os entregáveis.

Engenharia

A importância dos testes de regressão

  • Iniciante
  • Tutorial
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Engenharia
  • Quarta-feira 29/06
  • 11:00
Fabio Massa

Fabio Massa – Graduado em Ciência da Computação tem 7 anos de experiência em desenvolvimento de software, sendo 3 deles muito influenciados pelo manifesto ágil. Trabalhou na Adaptworks e sob os olhos dos mestres Alexandre Magno e Fabiano Milani, pode entender e começar a olhar fora da caixa e descobrir os valores de ser agilista.

Diogo Baeder

Desenvolvedor de software, trabalhou com diversos sistemas e empresas de pequeno até grande porte, como UOL e Nokia Siemens Networks; Nos últimos anos participou de projetos de software em diversas linguagens, principalmente Python, JavaScript, PHP e Java.

É adotador de TDD, e tem dificuldades em levar a sério projetos que não usam esta prática.

Participa de projetos diversos de código aberto, estando presente em comunidades de desenvolvedores no Github, Bitbucket, Launchpad e outros.

Que desenvolvedor não sentiu frio na barriga quando uma versão nova do projeto que esta desenvolvendo subiu para produção?

Nossa proposta é mostrar a importância de se criar testes de regressão e ter uma boa cobertura de testes dos seus projetos.

Continuous Inspection – Uma abordagem efetiva para melhoria contínua da qualidade de software

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Engenharia
  • Quarta-feira 29/06
  • 12:00
Gabriel de Souza Pereira Moreira

Entusiasta e promotor de métodos ágeis desde 2008. Foi organizador da 1ª Conferência de Métodos Ágeis do Vale do Paraíba, realizada em Nov/2010 no ITA (http://www.agilevale.com.br/).
Cursando mestrado em Engenharia de Software no Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA, com foco emQualidade de Produto de Software em Métodos Ágeis.
Atuação há mais de 10 anos com desenvolvimento de software em plataformas web/desktop, utilizando principalmente as linguagens: .NET, Java, Delphi, VB6.
Atualmente, trabalha com desenvolvimento de Sistemas de Informação Geográfica (GIS) na empresa Imagem (http://www.img.com.br).

Roberto Pepato Mellado

Atua como desenvolvedor de software e líder de projetos há 14 anos, desenvolvendo sistemas de informação e sistemas de informação geográfica em arquiteturas web, mobile e distribuída. Graduado em Ciência da Computação, pós-graduado em Tecnologia de Sistemas Orientados e Objetos e MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Projetos, atualmente é envolvido com pesquisa acadêmica focada em métodos ágeis e qualidade de software e cursa disciplinas isoladas do programa de mestrado em Engenharia de Software no Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA.

Métodos ágeis enfatizam a construção de produtos com alta qualidade, através da utilização de práticas de engenharia como refatoração, TDD e revisões de código.

Entretanto, como podemos obter feedback das nossas refatorações no sistema? Como otimizar as revisões de código, nos pontos mais necessários? Como evitar a deterioração/entropia do código ao longo do tempo?

Apresentaremos técnicas de Continuous Inspection que nos fornecem feedback objetivo da qualidade interna do software. Você aprenderá como reduzir a dívida técnica de seus projetos e a minimizar o risco e esforço no desenvolvimento e manutenção. Será demonstrada uma implementação de técnicas de Inspeção Contínua, que envolvem Integração Contínua, Testes de Unidade, Análise Estática de Código e extratores de métricas.

Desenvolvendo outside in com BDD

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Auditório Principal
  • Quarta-feira 29/06
  • 14:30
Giovanni Bassi

Giovanni Bassi é agilista e adora programar. Programa porque gosta, e começou a trabalhar com isso porque acha que trabalhar como administrador é meio chato. Por esse motivo sempre diz que nunca mais vai virar gerente de ninguém. E também porque acredita que pessoas autogerenciadas funcionam melhor e por acreditar que heterarquia é melhor que hierarquia.
É Professional Scrum Trainer pela Scrum.org e Microsoft MVP. É certificado PSM, PSD, MCSD .Net, e MCPD Enterprise Application Developer.
Trabalha com a plataforma .NET desde antes do seu lançamento. É focado principalmente em arquitetura e melhores práticas, e seu trabalho consiste em auxiliar as empresas na adoção de boas práticas, de novas tecnologias e na definição da estratégia de engenharia de departamentos de TI. Realiza atividades de mentoring, ministra treinamentos especializados, dá palestras sobre agilidade, engenharia e arquitetura de software e é professor universitário. Atualmente faz parte do corpo editorial da .NET Magazine, após ter sido seu editor.
É fundador do grupo de estudos sobre arquitetura de software .NET Architects.
Fundou recentemente com outros agilistas conhecidos a Lambda3, uma empresa que nasceu ágil.
Mantém o podcast Tecnoretórica

Acesse seu blog em blog.lambda3.com.br, e seu twitter em @giovannibassi.

Vitor Hugo Germano

Victor Hugo Germano é Bacharel em Ciência da Computação e Especializado em Gestão Estratégica de TI. Trabalha com metodologias Ágeis desde 2003, é um dos fundadores da empresa Lambda3, especializado em Tecnologias Open source e processos de desenvolvimento.

TDD é um péssimo nome, já dizia Dan North, criador do BDD. E depois disso um monte de gente convenceu outro monte de gente que BDD é usar Cucumber (ou algo similar) pra executar o navegador. Esqueceram a essência: foco no comportamento pra escrever o código e verificar seus efeitos, e trabalhar com TDD nas partes internas do código pra confirmar seus mecanismos, realizando o chamado desenvolvimento de fora pra dentro, ou outside in.
Relembraremos nesta palestra o que é BDD, e como fazer o desenvolvimento de fora pra dentro, e quais seus benefícios.

Quando o design apodrece, TDD é seu melhor amigo

  • Praticante
  • Workshop
  • 110 minutos
  • Limite: 60 participantes
  • Sala Engenharia
  • Quarta-feira 29/06
  • 14:30
Mauricio Aniche

Mauricio desenvolve software há aproximadamente 8 anos, tendo atuado para empresas do mercado brasileiro e internacional. Atualmente trabalha na Caelum | Ensino e Inovação, uma das mais reconhecidas empresas de treinamento em Java e agilidade do Brasil.

É também aluno de mestrado em Ciência da Computação, onde pesquisa sobre TDD e sua influência no design de sistemas orientados a objetos. Mauricio palestrou em diversos eventos nacionais, como Agile Brazil 2010, QCON SP, e também no 1o Workshop sobre Test-Driven Development, ocorrido em 2010 em Paris, para figuras renomadas da área como Michael Feathers e Steve Freeman.

Guilherme Silveira

Tendo trabalhado nos últimos 6 anos na Caelum, seu primeiro contato mais forte com XP foi através do projeto XStream de Joe Walnes no grupo Codehaus, reforçado pelos releases posteriores do VRaptor e hoje em dia de diversos outros projetos open source e fechados executados para a Caelum ou para clientes. Com um envolvimento grande na comunidade java, tendo co-fundado o GUJ, se ligou mais a parte de metodologias ageis não ligadas a engenharia de software quando seu papel tornou-se um pouco menos técnico e hoje em dia é líder técnico e responsável pelo conteúdo técnico dos cursos da Caelum. Na faculdade de matemática aplicada pode colocar em prática diversos conceitos ligados a TDD com relação a seus projetos de iniciação científica e deixar de lado os mesmos ou utilizá-los quando necessário em problemas das maratonas de computação.

TDD é uma excelente ferramenta para que desenvolvedores obtenham feedback sobre a qualidade do design do seu sistema. Apesar disso, muitos são os casos onde o programador apenas utiliza a prática para gerar uma bateria de testes automatizados. Mesmo assim, nem testes podem salvar maus designs. Esse workshop mostra como o código pode ser um problemático, mesmo usando TDD. Mais ainda, o corrigirá usando o feedback que TDD provê. O participante escreverá testes e código, questionando o tempo todo a sua maneira de fazer TDD até hoje.

Requisito: Notebook com Java e Eclipse instalados.

Gerenciando sua dívida técnica

  • Experiente
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Auditório Principal
  • Quarta-feira 29/06
  • 15:30
Danilo Sato

Danilo Sato é desenvolvedor de software há 10 anos, trabalhando com Métodos Ágeis há 7 anos e consultor da ThoughtWorks há 3 anos, atuando nos mais diversos papéis: desenvolvedor, agile coach, arquiteto, treinador e líder técnico em projetos Ruby e Java no Brasil, EUA e em UK. Com experiência como palestrante em conferências nacionais e internacionais, Danilo já apresentou na XP 2007, XP 2009, XP 2010, Agile 2008, Agile 2009, Ágiles 2008, Falando em Agile 2008, Rails Summit Latin America 2008, além de ser o fundador do Coding Dojo @ São Paulo.

Dívida técnica é um assunto difícil de ser tratado em projetos de software. Muitas vezes a equipe de desenvolvimento está ciente de problemas no código, mas na hora de comunicar com os gerentes e product owners nunca sobra tempo para tratá-los. Outras vezes a equipe nem sabe que existem problemas no código que, caso resolvidos, poderiam aumentar sua produtividade. Mesmo equipes ágeis de alta maduridade por vezes decidem acumular dívida técnica para conseguir lançar algo ao mercado mais rapidamente. Essa palestra irá ajudá-lo a entender e articular melhor o problema e discutir formas de pagamento responsável da dívida.

Como formar um programador 10x

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Engenharia
  • Sexta-feira 01/07
  • 15:30
Luca Bastos

Desenvolvedor do tempo da Carochinha, ávido leitor e praticante sempre interessado em metodologias de desenvolvimento desde antes de surgirem a programação modular, programação estruturada e todas as demais cuja sofrida evolução redundaram na constatação ainda refutada por alguns, de que desenvolvimento de software não é a mesma coisa do que fabricar lâmpadas ou construir casas populares.

Meninos, eu vi. E vivi.

Hoje trabalho em uma empresa que às vezes vive a dicotomia de lutar para ser ágil e entregar software funcionando para alguns clientes que insistem em Gantt charts, escopo fechado, desenvolvimento em cascata e outras coisas do tempo do onça. Infelizmente o mundo real ainda está lotado de cascateiros. Mas a gente não desiste. E em mesmo em clientes estatais, já conseguimos algumas importantes vitórias.

Obs: Luca Bastos = Luiz Arnaldo de Gusmão Bastos

A diferença de produtividade entre programadores já foi motivo de preocupação de estudiosos como Bohem, De Marco, Sposlky e outros. O último capítulo do livro Making Software, What Really Works, and Why We Believe It publicado este ano pela O’Reilly é de autoria do Steve McConnel (autor do Code Complete). Lá ele discute o que é um programador 10x e como medir as variações.

Lendo este texto é inevitável pensar no que podemos fazer para elevar o nível de um programador iniciante e lhe dar condições de um dia ser um programador 10×. Me assusta perceber que dentre as práticas do desenvolvimento ágil menos usadas, estão justamente aquelas mais adequadas a este propósito.

Pretendo discutir programação em par, revisão de código e ambiente propício a disseminação de conhecimento.

Agile Database Development

  • Iniciante
  • Palestra
  • Com Tradução
  • 110 minutos
  • link
  • Auditório Principal
  • Quarta-feira 29/06
  • 17:00
Pramod Sadalage

Pramod Sadalage is the author of Recipes for Continuous Database Integration: Evolutionary Database Development, is a co-author of Refactoring Databases: Evolutionary Database Design, founder of the Agile Databases yahoo group, and works for Thoughtworks helping clients develop databases in an evolutionary and agile environment.

Agile development is mainstream in the software development world. Most application developers think the database is an impediment to agile development. This tutorial will show how to apply agile development practices to databases. How the data team can contribute and stay productive in today’s software development environment and how they can influence the software being developed long before its deployed on the database being managed by the DBA.

The presentation will talk about Agile practices and how to apply these practices to the database:

  • Pair Programming
  • Continuous Integration
  • Refactoring
  • Test Driven Development (TDD)
  • Automated Testing
  • Automated Deployment

Tente Desenvolver Diferente com TDD

  • Iniciante
  • Tutorial
  • 110 minutos
  • link Post sobre a sessão
  • link Código desenvolvido durante o dojo
  • link Slides utilizados na sessão
  • Sala Engenharia
  • Quarta-feira 29/06
  • 17:00
Mauricio Matsuda

Analista programador, pós-graduando em engenharia de software no ITA (Instituto
Tecnológico de Aeronáutica). Possui cerca de 5 anos de experiência com desenvolvimento de software e 2 anos atuando como membro de um time ágil na Webgoal, utilizando a metodologia Scrum, práticas da eXtreme Programming como pair programming, tdd, integração contínua e refactoring e técnicas ágeis para análise de negócio e requisitos.

Altieres Lopes

Formado em Ciência da Computação pela Unifenas e Mestre em Processamento de Imagens e Sinais pela UFSCar, já trabalhou como professor universitário e em fábricas de software. Hoje trabalha com SCRUM e XP na WebGoal, desenvolvendo em diversas linguagens e atuando como líder técnico.

Aprenda como desenvolver dirigido a testes (TDD) na prática. Vamos explicar o que é TDD, mostrando os diferentes tipos de teste e as boas práticas. Apresentaremos também um dojo no formato kata para mostrar a implementação de uma aplicação com TDD. A conclusão será baseada em um relato de experiências sobre TDD no trabalho de desenvolvimento do dia-a-dia e na migração de sistemas.

'Design Up Front' (na dose certa) pode fazer bem ao seu projeto!

  • Experiente
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Engenharia
  • Quinta-feira 30/06
  • 11:00
Rodolpho Ugolini Neto

Arquiteto de Sistemas de Software da IBM Rational, onde auxilia clientes de vários segmentos, sobretudo o financeiro, a aprimorar sua eficiência no desenvolvimento de software, tendo desenvolvido softwares distribuídos de alta complexidade utilizando abordagem Ágil e iterativa. Ao logo dos últimos 10 anos tem se dedicado a adoção de melhoras práticas de desenvolvimento de software, auxiliando clientes no processo de mudança cultura envolvido.
Suas principais especialidades são gerenciamento de requisitos, arquitetura e design de software com UML e métodos iterativos de desenvolvimento.

Palestrante em vários eventos ligados à comunidade de desenvolvimento ágil como QCon, Encontro Ágil, Falando em Agile e Agile Brasil 2010 (palestra de patrocinador). Modedador da lista UML-BR (http://br.groups.yahoo.com/group/UML-BR) que trata de desenvolvimento de Software em Geral, com foco especial na UML, lista que conta com quase 2500 membros (Mar/2011).

BDUF – “Big Design Up Front” – é o termo utilizado para a má prática associada ao gasto excessivo de tempo e recursos no desenho de uma solução de Software.

Mas afinal, investir tempo e esforço na definição antecipada do desenho da solução é mesmo ruim? Será que focar na arquitetura no início do projeto é desperdício? Arquitetura emergente é a solução? Existem evidências concretas de que investir antecipadamante em um Design pode aumentar as chances de sucesso do projeto?

Nesta palestra iremos examinar as situações reais e as condições nas quais o Design antecipado pode ser benéfico e também discutir situações nas quais esta antecipação pode ser danosa ao sucesso do projeto.

Desmistificando o Trunk Based Development

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Engenharia
  • Quinta-feira 30/06
  • 12:00
Carlos Lopes

Carlos Lopes já atuou em diversas empresas dos mais variados ramos, desde instituições de ensino até grandes portais, envolvido nos mais diferentes tipos de projetos e com as mais variadas tecnologias. Atualmente é consultor da ThoughtWorks, onde trabalha diretamente com princípios e práticas ágeis, com foco especial em Extreme Programming.

Guilherme Lacerda

Guilherme Lacerda é Mestre em Sistemas de Informação, área de Engenharia de Software, pela UFRGS.
Dedica-se atualmente em atividades de consultoria e treinamento em Engenharia de Software, Gerência de Projetos e Metodologias Ágeis.
É instrutor/consultor da TargetTrust Treinamento e Tecnologia, na área de Metodologias Ágeis.
Consultor/Coach em Métodos Ágeis pela Surya Software Innovation.
Professor Universitário de Graduação (FACENSA, UniRitter) e Pós-Graduação (UniRitter, Unisinos).
Atuou como diretor de tecnologia de uma empresa do ramo de software livre e open source durante 9 anos. Desenvolveu dezenas de projetos com tecnologias C/C++, PHP e Java, usando Metodologias Ágeis.
Pioneiro em Metodologias Ágeis no Brasil, onde atua desde 2001, com especial ênfase em Lean, SCRUM e eXtreme Programming.
Certified SCRUM Master (CSM) e Certified SCRUM Professional (CSP) pela SCRUM Alliance.
Palestrante em dezenas de eventos nacionais e internacionais sobre o tema.
Participou da revisão técnica do livro “eXtreme Programming Explained”, do Kent Beck, lançado em 2004 pela Bookman.
Fundador do XP-RS/GUMA, onde atua na vice-coordenação.

Merges de código vêm tirando o seu sono?
O temido “merge hell” é um dos principais e provavelmente o mais importante sintoma de que você tem abusado do seu sistema de controle de versões e, consequentemente, afetado sua produtividade e a qualidade do código que você escreve.
Nessa palestra veremos os principais problemas que a maioria dos times de desenvolvimento enfrentam ao administrar diferentes funcionalidades e versões em uma base de código e como a prática conhecida, entre outros nomes, como trunk based development, sugere maneiras de evitar esses e outros problemas relacionados a controle de versões.

Testes unitários com C++

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link Slides
  • link Código de exemplo
  • Sala Engenharia
  • Quinta-feira 30/06
  • 14:30
Ramiro Batista da Luz

Programador com 17 anos de experiência. Conhecimento em linguagens de programação como Python, PHP, PL/SQL, Shell Script, Delphi, Pascal, Clipper, C++. Participa de comunidades de software livre como Debian-PR, Python-PR, Debian-BR, Python-BR e Postgresql-BR. Atua atualmente como programador da Câmara Municipal de Curitiba. Palestrante em eventos como FISL, PythonBrasil, Latinoware, entre outros. Organizador do evento PythonBrasil6, em Curitiba, 2010. Apresentou a palestra Python Ágil nos eventos PythonBrasil6 e Latinoware 2010. Mestrando do curso de Mestrado Profissional em Computação Aplicada na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, área de Engenharia de Software com foco em métodos ágeis.

Nessa palestra serão vistos dois arcabouços (frameworks) para a criação de testes de unidade em C++: CPPUnit (http://bit.ly/CppUnit)e Google Test (http://bit.ly/GoogleTestR). Exemplos de testes de unidade escritos com os dois arcabouços serão mostrados, dentre os quais os testes de unidade escritos para os trabalhos desenvolvidos nas disciplinas “Algoritmos e Estruturas de Dados” e “Programação Avançada” do curso de Mestrado Profissional em Computação Aplicada da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Coding Dojo: Formato Kake

  • Praticante
  • Workshop
  • 110 minutos
  • Limite: 40 participantes
  • Sala Engenharia
  • Quinta-feira 30/06
  • 17:00
Hugo Corbucci

Hugo Corbucci é mestre em Ciências da Computação do IME/USP no tema “Aplicação de Métodos Ágeis ao Desenvolvimento de Software Livre”. Ele é fundador e coordenador do projeto Archimedes – The Open CAD (em 2005) e fundador do Coding Dojo São Paulo (em 2007).

Foi professor nos cursos de verão do IME/USP (de 2007 a 2010) onde também atuou como assistente de ensino no curso de Programação Extrema da graduação. Também já ministrou cursos sobre métodos ágeis no ICMC e foi palestrante em conferências nacionais e internacionais.

Já foi desenvolvedor e assessor em métodos ágeis na Maps Risk Management Solution no período de adoção de Scrum da empresa (em 2006). Desde 2008 é sócio-fundador da Agilbits e atua como programador e líder de projetos desenvolvendo sistemas desktop com Java usando a plataforma Eclipse RCP e sistemas web com Ruby usando Rails. É apaixonado por programação e trabalho em equipes além de ser um assíduo escalador.

Mariana Bravo

Mariana estuda e utiliza métodos ágeis desde 2006, interessando-se por temas como TDD, software craftsmanship, experiência do usuário (UX) e comunicação. Ajudou na criação e crescimento do Coding Dojo São Paulo, assim como na organização do Encontro Ágil em 2008, 2009 e 2010 e da Agile Brazil em 2010 e 2011. Formada em Ciências da Computação no IME-USP, atualmente cursa mestrado no mesmo instituto, pesquisando técnicas e abordagens para ensino de práticas ágeis.

Na maioria dos Coding Dojos, os participantes acompanham em conjunto a solução de um problema a partir do zero. Esse formatos são ótimos para um primeiro contato com programação em pares e TDD, mas podem ficar um pouco menos interessantes para pessoas mais experientes.

O formato Kake vai além disso, acrescentando um desafio extra: várias soluções são desenvolvidas em paralelo. Os participantes mudam de solução em solução, lidando com bases de código desconhecidas e evoluindo a partir delas. O exercício, além de divertido, provê várias descobertas sobre a maneira como trabalhamos no “mundo real”.

Neste workshop, o público poderá experimentar o formato Kake. Se você já praticou programação em pares e TDD, venha conhecer esse jeito diferente e desafiador de treinar suas habilidades!

Mantendo a Qualidade dos Códigos de Teste

  • Praticante
  • Palestra
  • 110 minutos
  • Post Slides
  • Sala Engenharia
  • Sexta-feira 01/07
  • 11:00
Maurício Szabo

Fui chefe da equipe de desenvolvimento durante o ano de 2008 e 2009, sendo o responsável pela criação da divisão de desenvolvimento de sistemas, bem como implantação da metodologia ágil Scrum. Fui também responsável pelo treinamento dos servidores na metodologia Scrum, na linguagem Ruby, bem como práticas tais como Test-Driven Development e Behaviour-Driven Development. Atuei como Scrum Master da equipe durante o período de 2008 até 2010, bem como na conscientização de todos os envolvidos na equipe de desenvolvimento da importância de seguir boas práticas de programação tais como SOLID, mesmo aplicadas a linguagens mais flexíveis.

Sou formado em Ciência da Computação, e tenho recentemente estudado linguagens de programação multi-paradigmas, tais como Ruby, Python e Scala.

Sempre que se trabalha num ambiente ágil de desenvolvimento, tem-se a ilusão de que a metodologia tratará de, automaticamente, facilitar o desenvolvimento do software em caso de alterações nos requisitos. Na prática, porém, para alcançar um estágio no qual alterações no código-fonte são simples de serem efetuadas, mesmo que haja uma mudança brusca nos requisitos, uma série de práticas devem ser obedecidas. Esta palestra falará dessas práticas, com ênfase nos testes de software – como escrever os testes de forma que eles fiquem concisos, simples de serem entendidos, e principalmente, como elaborar sua suíte de testes de forma que adicionar novos testes seja bem simples

Scala ao Resgate: Testes de Software mais expressivos e com menos código na JVM

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Engenharia
  • Sexta-feira 01/07
  • 14:30
Lucas Torri

Lucas Torri é formado em CIências da Computação pela UFSC e tem seu mestrado na área de sistemas embarcados em andamento pela UFRGS. Sua primeira experiência como desenvolvedor começou na universidade, quando passou a participar de um laboratório que desenvolvia software educacionais. Logo passou a trabalhar na área de mobilidade e convergência digital, cuja experiência auxiliou na criação de dois projetos open-source premiados: os projetos Marge e mOOo. Depois passou pela Sun Microsystems, onde era responsável pela divulgação das tecnologias da empresa dentro do ambiente acadêmico e de centros de tecnologias inovadoras. Durante este tempo palestrou em grandes eventos, como o FISL, Sun Tech Days, Just Java e o Community Booth no JavaOne. Hoje é consultor de desenvolvimento na ThoughtWorks, onde além de programar ocupa parte do seu tempo livre aprendendo novas tecnologias. Gosta de churrasco, futebol e não dispensa uma cervejinha gelada de vez em quando.

José Filipe Sabella Barciella

Empresário e desenvolvedor, principalmente para web, há sete anos. Viciado em Scala, JavaScript e web em geral, passou um ano desenvolvendo interfaces ricas com Flex. Após alguns anos como instrutor na Caelum, atualmente trabalha como consultor na ThoughtWorks Brasil.

Você programa em Java e está cansado de escrever testes de unidade gigantescos, sentindo que eles poderiam ser muito menores? Tem inveja dos desenvolvedores Ruby por eles terem o RSpec? Quer conhecer ferramentas voltadas para a JVM tão poderosas quanto o RSpec que lhe permitem escrever testes de software mais expressivos, com uso de menos código, consequentemente, mais rapidos de serem escritos e mantidos, e, de quebra, ainda conhecer uma excelente linguagem nova? Então está palestra é para você! Venha e aprenda como utilizar a seu favor as várias ferramentas para testes em Scala que existem ou estão surgindo.

Testes em ambientes Ágeis

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Engenharia
  • Sexta-feira 01/07
  • 17:00
Jose Papo

José Papo é mestre em engenharia da computação pelo IPT. Atua como especialista técnico em ferramentas de desenvolvimento e ALM da Microsoft e como professor de pós-graduação na Universidade PUC-SP. Seu blog trata sobre assuntos de engenharia de software, ferramentas, Application Lifecycle Management, linguagens de programação, frameworks e métodos ágeis. Suas disciplinas acadêmicas abordam métodos e práticas ágeis, arquitetura de software, testes e design emergente.

Testes Ágeis geram uma mudança de paradigma em testers acostumados com processos Waterfall. Abordaremos o perfil do testador Ágil e como seu papel se transforma em uma equipe Ágil multifuncional e auto-organizada. Falaremos sobre técnicas modernas de testes e faremos uma demonstração prática delas.

As demonstrações práticas abordarão as seguintes técnicas: Specification by Example (também conhecida como Acceptance Test Driven Development), Testes Exploratórios com diagnósticos automáticos, Testes Funcionais automatizados gerados automaticamente a partir de testes manuais (exploratórios ou não)

Clean Code

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Auditório Principal
  • Sexta-feira 01/07
  • 18:00
Rodrigo Branas

Formado em Ciências da Computação pela UFSC e MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV, atua no mercado de desenvolvimento de software desde 2002, focado principalmente em projetos baseados na arquitetura Java.

Nos últimos anos, tem se dedicado à área de gestão de projetos, se especializando na utilização e disseminação de metodologias ágeis como Scrum, Extreme Programming e Lean Software Development. Foi palestrante em importantes eventos como o Ágiles 2009 (Segunda conferência Latino-Americana sobre Metodologias Ágeis) falando sobre auto-gerenciamento em equipes ágeis, Agile Brazil e Pensando Lean em 2010 palestrando sobre o amadurecimento do workflow do projeto com práticas do Kanban e também no The Developers Conference e Solisc 2010 apresentando sobre técnicas de Clean Code.

Atualmente, trabalha é CIO – Chief Information Officer e Consultor em Agile da OnCast Technologies e também Instrutor dos cursos da Academia do Java e do Agile na Globalcode.

Até mesmo um código mal feito, ilegível e bagunçado pode funcionar, mas a que preço? Nessa palestra, serão abordados tópicos relacionados a motivação, qualidade de código, métricas, técnicas de refactoring, testes e boas práticas para manter o código limpo e evitar muitas dores de cabeça no futuro!

Otimização de execução de testes através de níveis

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Engenharia
  • Sexta-feira 01/07
  • 18:00
José Mathias Gusso

- Bacharel em Ciência da Computação em 2004 pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), incluindo uma monografia de conclusão de curso focada no assunto.
- 8 anos de experiência em teste de software, com práticas em automação, testes manuais, definição de estratégia de testes e liderança de times distribuídos.
- 2 anos de experiência em um projeto distribuído aplicando alguns métodos ágeis como cardwall, burndown chart, scrum e continuous integration.
- Trabalhando há pouco mais de 1 ano na ThoughtWorks Brasil como Consultor em Análise de Qalidade, investigando novos métodos de teste de software para aplicar em um projeto em andamento.

Um software de qualidade depende de uma grande quantidade de esforco dos engenheiros envolvidos. Otimizar a utilizacao do tempo destas pessoas atraves do uso de ferramentas e estrategias e fundamental para atingir o nivel de qualidade desejada com o menor custo possivel. A integracao continua permitiu que a maior parte dos testes (de unidade, funcional e nao funcional) pudesse ser automatizada, permitindo uma maior exposicao do codigo as validacoes. E necessario porem permitir que o trabalho flua naturalmente e em um tempo aceitavel, o que exige que nos seus estagios iniciais o tempo para incorporar novas alteracoes seja feito o mais rapido possivel. Isto nos leva a imaginar diferentes niveis de cobertura, mantendo a qualidade final porem acelerando o desenvolvimento.

Relatos de Experiência

A escola do século XXI tem que ser ágil, lean e empreendedora. Ponto.

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Relatos
  • Quarta-feira 29/06
  • 11:00
Alexandre Gomes

Mestre e Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade de Brasília; Diretor Técnico da SEA Tecnologia; Mais de 10 anos de experiência em arquitetura e desenvolvimento de software; Mais de 4 anos de experiência em gestão de projetos e liderança de equipes; Experiência em editorial de revistas e sites de conteúdo técnicos (MundoJava e InfoQ); Instrutor de cursos oficiais da Sun Microsystems, SAP, RedHat/JBoss e Liferay com centenas de horas ministrando treinamentos para a iniciativa pública e privada; Palestrante em dezenas de eventos tecnológicos nacionais e internacionais; Grande defensor da utilização de modelos colaborativos e ágeis para a gestão empresarial; Atualmente com pesquisas em modelos arquiteturais para a computação ubíqua.

Henrique Bastos

Henrique Bastos é apaixonado por desenvolvimento de software! Trabalha desenvolvendo sistemas com Python, Django e Métodos Ágeis. Além de atuar constantemente nas comunidades de software organizando eventos e encontros, ministrando palestras, cursos e evangelizando o desenvolvimento sustentável de software, no Brasil e no exterior.

A escola deve se adaptar à nova dinâmica do mundo. Não faz mais sentido ensinar (e aprender) conforme roteiros seculares. É incoerente com a nova lógica de mercado querer, o educador moderno, vestir-se de dono da verdade, como se fazia em tempos de escassez da informação, e tratar o ensino como fruto de um processo de produção em massa.

Esta palestra apresenta, por meio de um conjunto riquíssimo de exemplos bem sucedidos, modelos alternativos de ensino. Sustentados na filosofia Ágil, no pensamento Lean e na cultura do Empreendedorismo, proporemos formas práticas de reinventar a escola e redescobrir o prazer de ensinar e aprender.

There and back again (Lá e de Volta Outra Vez)

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Quarta-feira 29/06
  • 12:00
Cecilia Fernandes

Bacharelando em Ciência da Computação pela USP, desenvolveu como trabalho de conclusão de curso um software para gerenciamento de métodos ágeis. O envolvimento com a área aconteceu anos antes, através de eXtreme Programming e, mais tarde, Scrum.

É certificada pela Scrum Alliance como Certified Scrum Practitioner.

Desenvolvedora, consultora e instrutora pela Caelum, é responsável pelo curso de Gerenciamento ágil com Scrum e participa de projetos, tanto comerciais quanto open source, utilizando diariamente métodos ágeis.

Além disso, atualmente, trabalha como consultora na implantação de métodos ágeis e entendimento da cultura ágil, enquanto estuda Cristal e promove a utlização de Lean dentro da Caelum.

No ano passado, apresentei, com Guilherme Silveira, a história de um time que, aos poucos, desconstruiu o Scrum migrando para uma abordagem mais Lean em busca de melhorar seu processo.
Nesse ano, contarei a continuação dessa história. Onde o time volta a um processo iterativo e, após escorregar um pouco na agilidade, retoma a melhoria contínua… curiosamente, indo para o lado contrário ao esperado.

COWBLAM! nossa metodologia é a melhor!

  • Experiente
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Relatos
  • Quarta-feira 29/06
  • 14:30
Alexandre Freire da Silva

Alexandre Freire é mestre em Ciência da Computação no IME/USP. Sua
dissertação versa sobre o “Ensino de Metodologias Ágeis na Academia,
na Industria e no Governo”. Publicou artigos em conferências
nacionais e internacionais sobre o ensino de metodologias, como organizar equipes
de trabalho e sobre desenvolvimento de software. Lecionou nos Cursos
de Verão do IME/USP e como assistente de ensino em turmas de
pós-graduação. Trabalha com desenvolvimento de sistemas de software
e consultoria e treinamento em métodos ágeis. Suas principais experiências comerciais foram
como líder da equipe de desenvolvimento web na multinacional italiana
AdMetam, coordenador do grupo de arcabouços na Americanas.com e
coordenador de projetos da Mandic Internet. Mais
recentemente vem se aprofundando em metodologias ágeis, tendo atuado
junto a Oi Paggo e também ao Ministério da Cultura. No governo foi um
dos coordenadores do programa de Cultura Digital da Secretaria de
Programas e Projetos do Ministério da Cultura, conceituando,
planejando e executando a implantação de tecnologia multimídia e
conexões de acesso a Internet em Pontos de Cultura em todo o Brasil.
É sócio fundador da Agilbits, empresa de consultoria e desenvolvimento que tem entre seus clientes o Museu da Pessoa, a O2 Filmes e a Locaweb.
Como artista desenvolve trabalhos que investigam as táticas criativas
da convivência em ambientes que se integram ao meio-ambiente de forma
sustentável.

A Locaweb foi pioneira na adoção de métodos ágeis no Brasil. Isso aconteceu à alguns anos atrás e depois de um bom tempo muitas equipes se acomodaram aos rituais do Scrum e vivênciamos um pouco de “cargo-cult” ágil, sem sermos beneficiados de fato pela metodologia e sem valorizar o que era realmente importante.

Seu Kanban descambou? Seu XP travou? Seu Scrumbutt deu m**rd? Nesta palestra vamos falar sobre como conseguimos reverter esta situação através de práticas simples como retrospectivas e uma busca dos valores perdidos.

Vamos também compartilhar como estamos desenvolvendo software de qualidade hoje, com agilidade, usando a nossa própria metodologia: COWBLAM!

GreenBar - Inserindo cultura de testes automatizados na sua empresa

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Quarta-feira 29/06
  • 15:30
Rafael Ponte

Rafael Ponte atua com desenvolvimento de software há 6 anos, com foco no desenvolvimento de aplicações Web e integração entre sistemas. Atualmente é desenvolvedor, consultor e co-fundador da empresa cearense de consultoria e treinamento TriadWorks .

Rafael já palestrou e ministrou treinamentos sobre tecnologias Java para desenvolvimento Web, testes automatizados e Domain-Driven Design em alguns eventos e projetos sociais pelo Brazil, como JavaCE Social, Café com Tapioca (CEJUG), Just Java, Natal Java Day e Juazeiro do Norte Java Day.

Entusiasta Java, por metodologias ágeis e principalmente por testes automatizados e design de software. Também é coordenador da lista de discussão JavaServer Faces International Group (JavaSF).

Nas horas vagas mantém um blog e possui artigo publicado na Revista MundoJ (antiga Mundo Java).

Apresentarei minha experiência de quase 2 anos tentando inserir e manter a cultura de testes automatizados numa empresa. Serão mostrados os desafios e as barreiras enfrentadas ao adotar a cultura de testes automatizados nesta empresa, onde acertamos e onde erramos, como a equipe (e isso inclui os gerentes) responderam a mudança e como isso impactou nos sprints e entrega de software.

Scrum na Horta

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Session slides
  • Sala Relatos
  • Quarta-feira 29/06
  • 17:00
Matheus Haddad

Sócio-Diretor da Webgoal, empresa que cria produtos web utilizando métodos ágeis. Mestre em Engenharia Elétrica na área de Inteligência Artificial, pós-graduado em Análise de Sistemas e Bacharel em Ciência da Computação. Possui mais de 10 anos de experiência no desenvolvimento de software e trabalha há 3 anos com métodos ágeis, participando como ScrumMaster em projetos da Webgoal, realizando consultorias e ministrando cursos e treinamentos sobre Scrum, XP e Kanban.

Flavio Logullo

Bacharel em ciência da computação pelo Centro Universitário FIEO. Experiência de mais de dez anos no desenvolvimento de aplicações para internet, atendendo clientes como Petrobrás, SodexHo, PPG Paints and Coats, Pirelli, Elma Chips, Prime Licensing e Fundação Nacional da Qualidade, através de agências web e de minha própria empresa.

Em 2008 criei a WebGoal com mais quatro sócios, para desenvolver software web de forma ágil (SCRUM e XP) com alto retorno sobre o investimento. Atualmente coloco em prática os conceitos das metodologias ágeis na área administrativa da WebGoal mantendo a proposta de fazer uma gestão diferenciada valorizando indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas. Busco constante evolução na gestão estratégica da empresa utilizando técnicas de Lean Startups, assunto que é ainda pouco discutido no Brasil.

A Webgoal possuía uma pequena horta onde seus colaboradores plantavam e colhiam legumes e verduras. Tivemos a idéia de criar um projeto para dar manutenção na nossa horta utilizando Scrum. Desta maneira, poderíamos arrumar a nossa horta e ao mesmo tempo proporcionar uma experiência real para os nossos colaboradores que estavam passando pelo nosso treinamento de Scrum.

Problemas e soluções no desenvolvimento remoto: duas empresas, um projeto

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Quarta-feira 29/06
  • 18:00
Lucas Cavalcanti

Bacharel em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo, desenvolvedor e consultor pela Caelum desde 2007, onde sempre trabalhou com Agile, focando em técnicas de engenharia e boas práticas de desenvolvimento de software.

Participou de diversos projetos e consultorias, onde aplicou e ensinou princípios e metodologias ágeis a várias equipes.

É lider de desenvolvimento do VRaptor, um framework web opensource em java, em que aplica as práticas de desenvolvimento ágil, mesmo não tendo um time fixo e um cliente definido.

Desenvolve o WebChat, numa parceria entre Caelum e Locaweb, que foi desenvolvido seguindo princípios ágeis desde o começo e se tornou um projeto de sucesso.

Dov Bigio

Gerente de Produtos da Locaweb, responsável pela linha de produtos SaaS da Locaweb.

Começou na Locaweb em 2005 (vindo da Accenture) como desenvolvedor de um dos produtos da empresa, e atualmente é responsável pela equipe de produtos SaaS, com dois products owners e 7 produtos (alguns em pleno desenvolvimento, outros em modo de manutenção).

Formado em Engenharia Eletrica de Computação pela Poli-USP, com pós em Administração de Empresas pela FGV-SP.

Metodologias ágeis podem funcionar muito bem quando a equipe está no mesmo local. É fácil imaginar as dezenas de problemas que surgem quando o trabalho é executado remotamente, mas como resolvê-los mantendo o uso de práticas ágeis?

Nessa palestra mostraremos os problemas que ocorreram no desenvolvimento de um produto em que os desenvolvedores estavam a 15km do resto da equipe, como foram resolvidos, e ainda como pretendemos resolver os ainda pendentes.

Startup em uma grande empresa: a evolução de um processo

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Relatos
  • Quinta-feira 30/06
  • 11:00
Henrique Imbertti Junior

É apaixonado por projetos e criação de produtos. Atualmente é Program Manager no Yahoo!. Tem aproximadamente 9 anos de experiência em projetos de internet, começou como designer, aprendeu a programar e depois aprofundou-se em gerenciamento de projetos e processos. Entusiasta de práticas ágeis de desenvolvimento escreve com regularidade em twitter.com/imbertti.

Mostrar as mudanças e evolução do processo de um time que está construindo um produto de forma incremental no Yahoo! Brasil como se fosse uma startup. Serão demonstradas as dificuldades enfrentadas, soluções encontradas, lições aprendidas e próximos passos dentro da melhoria contínua.

Como uma Empresa de Mecatrônica Aderiu a Taskboards e Kanbans na sua Gestão à Vista

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Quinta-feira 30/06
  • 12:00
Teresa Maciel

Mestre em Engenharia de Software pela UFPE, atualmente desenvolvendo a pesquisa de doutorado em agilidade organizacional, na UFPE. Auditora líder ISO9001 com formação Black Belt em Lean/Six Sigma.
É professora em Engenharia de Software da UFRPE e atua como consultora em organizações de TI, nas áreas relacionadas à melhoria organizacional e qualidade de software.
Tem cerca de 20 anos de experiência no desenvolvimento de software, tendo dedicado os últimos 10 anos à área de qualidade e melhoria organizacional e de software. Dentre as atuações, podem-se destacar estruturação de áreas organizacionais da qualidade, gestão estratégica da qualidade, definição e melhoria de processos de software, qualidade de software. Tem aplicado, como consultora e mentora, princípios e metodologias relacionadas à agilidade no desenvolvimento de software.

Esta apresentação relata a experiência de uma pequena empresa de automação industrial composta por engenheiros mecatrônicos no uso de metodologias ágeis. O relato ressalta, particularmente, como a adoção de taskboards e kanbans efetivamente utilizados trouxe visibilidade, foco e controle tanto para as equipes de projeto quanto para os gestores.

StoryTouch: de protótipo a produto

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Quinta-feira 30/06
  • 14:30
Hugo Corbucci

Hugo Corbucci é mestre em Ciências da Computação do IME/USP no tema “Aplicação de Métodos Ágeis ao Desenvolvimento de Software Livre”. Ele é fundador e coordenador do projeto Archimedes – The Open CAD (em 2005) e fundador do Coding Dojo São Paulo (em 2007).

Foi professor nos cursos de verão do IME/USP (de 2007 a 2010) onde também atuou como assistente de ensino no curso de Programação Extrema da graduação. Também já ministrou cursos sobre métodos ágeis no ICMC e foi palestrante em conferências nacionais e internacionais.

Já foi desenvolvedor e assessor em métodos ágeis na Maps Risk Management Solution no período de adoção de Scrum da empresa (em 2006). Desde 2008 é sócio-fundador da Agilbits e atua como programador e líder de projetos desenvolvendo sistemas desktop com Java usando a plataforma Eclipse RCP e sistemas web com Ruby usando Rails. É apaixonado por programação e trabalho em equipes além de ser um assíduo escalador.

Fernando Freire da Silva

Formado em física pela usp em 2004
Fiz iniciação científica desevolvendo um algoritmo para cálculo de estados de sistemas de particulas.
Trabalhei de 2004 a 2007 em um projeto do ministério da cultura integrando uma equipe de desenvolvimento ágil.
Trabalho há muitos anos com software livre e open source.
Trabalho desde 2008 como sócio de uma empresa de desenvolvimento de software utilizando metodlogias ágeis.

A criação de protótipo é uma prática bem conhecida e amplamente aceita de desenvolvimento. No entanto, se não forem cuidadosamente desenvolvidos, os protótipos podem se tornar um pesadelo de manutenção. Este trabalho apresenta a experiência de uma equipe ágil de quatro pessoas que evoluiram com sucesso um protótipo em um sistema completo sem qualquer transição clara no projeto. O relato descreve como o projeto começou com um objetivo muito simples de prototipagem, evoluiu através de iterações e spikes em um sistema parcialmente funcional e, no final, em um aplicativo completo amplamente testado e refatorado graças ao uso de práticas ágeis.

Scrum e a Espiral Positiva

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • arquivo
  • Sala Relatos
  • Quinta-feira 30/06
  • 17:00
Douglas Aguiar

Douglas Aguiar é um desenvolvedor alucinado por tecnologia, atua como Líder de Desenvolvimento na Siteware. Apaixonou-se há pouco tempo pelo ASP .NET MVC e Scrum aos quais dedica a maior parte do seu trabalho. Possui as certificações MCSD, MCTS, MCAD, MCT e PSD. É formado pela faculdade Fabrai no curso de Tecnologia em Processamento de Dados e aluno do MBA de Gestão Empresarial pelo Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. É tambem Líder da comunidade DevIsland e atua ativamente nas comunidades DevMinas e DotNetArchitects MG.
Iniciou há mais de um ano o uso do Scrum na Siteware e com isto sérios problemas de comunicação, qualidade e produtividade foram resolvidos. A empresa, que antes era cética quanto a aplicabilidade de metodologias ágeis, viu a produtividade do time crescer 200% em apenas seis meses, a qualidade de seu software melhorar e todo o time amadurecer.

Giovanni Bassi

Giovanni Bassi é agilista e adora programar. Programa porque gosta, e começou a trabalhar com isso porque acha que trabalhar como administrador é meio chato. Por esse motivo sempre diz que nunca mais vai virar gerente de ninguém. E também porque acredita que pessoas autogerenciadas funcionam melhor e por acreditar que heterarquia é melhor que hierarquia.
É Professional Scrum Trainer pela Scrum.org e Microsoft MVP. É certificado PSM, PSD, MCSD .Net, e MCPD Enterprise Application Developer.
Trabalha com a plataforma .NET desde antes do seu lançamento. É focado principalmente em arquitetura e melhores práticas, e seu trabalho consiste em auxiliar as empresas na adoção de boas práticas, de novas tecnologias e na definição da estratégia de engenharia de departamentos de TI. Realiza atividades de mentoring, ministra treinamentos especializados, dá palestras sobre agilidade, engenharia e arquitetura de software e é professor universitário. Atualmente faz parte do corpo editorial da .NET Magazine, após ter sido seu editor.
É fundador do grupo de estudos sobre arquitetura de software .NET Architects.
Fundou recentemente com outros agilistas conhecidos a Lambda3, uma empresa que nasceu ágil.
Mantém o podcast Tecnoretórica

Acesse seu blog em blog.lambda3.com.br, e seu twitter em @giovannibassi.

Uma história de como a coragem e a vontade de experimentar e crescer fizeram o Scrum tomar conta de toda uma organização. Um guia para iniciantes em Scrum.

Dar caos à ordem

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
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  • Sala Relatos
  • Quinta-feira 30/06
  • 18:00
Christiano Milfont

Christiano Milfont é coordenador do grupo XPCE (http://www.xpce.org/), programador há 11 anos, pesquisador, escritor, palestrante (http://www.milfont.org/tech/eventos/), “evangilista” (evangelista ágil), blogger e ex-colunista da revista Java Magazine (http://www.milfont.org/tech/published/).
Líder da Milfont Consulting, empresa especializada em consultoria, mentoring, coaching e treinamento com base na cultura ágil, especialmente XP.

Estratégia de transformar uma empresa com processos extremamente burocráticos sem perder as exigências documentais que modelos de qualidade exigem em empresas leves e equipes livres.

Como fazer com que seu futuro PO exerça o seu papel efetivamente

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Sexta-feira 01/07
  • 11:00
Felipe do Prado Osti

Bacharel em Ciência da Computação e Pós Graduado em Desenvolvimento de Software para Web (UFSCar). Trabalha com desenvolvimento de software desde 2002, sendo uma boa parte como especialista em Front-End Engineering em times ágeis. Atua como Scrum Master em projetos de mídia de grande porte e ministra treinamentos de metodologias ágeis na empresa Ci&T. Atualmente trabalha em uma célula que desenvolve um dos maiores portais de economia e negócios do Brasil em Ruby on Rails e estuda / promove o pensamento Lean corporativamente, sendo responsável por diversas melhorias de processo e engenharia nos projetos de clientes, disseminando a agilidade baseada em contexto e apontando restrições úteis para entregas de projetos de sucesso.

Como treinar o seu candidato a PO, que não é da área de TI, para que ele entenda a metodologia que será executada o seu projeto e as responsabilidades que ele terá ao assumir este novo chapéu? Apresentar o processo inteiro e explicar suas responsabilidades foi a primeira idéia que tivemos, porém depois de seguir esse modelo algumas vezes, constatamos que o mesmo não estava sendo efetivo (grande carga de informações difíceis de digerir por alguém que não é de TI). Assim, criamos uma dinâmica, desprendida de TI, em que de maneira prática o PO compreendesse melhor a importância de suas responsabilidades e visualizasse os possíveis problemas que poderiam ocorrer durante o mesmo. Nesta palestra irei apresentar este treinamento prático e os ganhos que tivemos nos projetos que a utilizamos.

O Raio-X de um projeto Ágil: erros e acertos no desenvolvimento de uma plataforma de serviços

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Relatos
  • Sexta-feira 01/07
  • 12:00
Rodrigo Veiga
  1. Mais de 11 anos de experiência na área de engenharia de software.
    1. Gestor de Desenvolvimento e Processo
      1. Atuando desde 2004 como líder de equipes na área de gestão, tive 3 anos de experiência com coordenação técnica, antes de vivenciar o papel de Scrum Master em times multi-disciplinares, também por 3 anos.
      2. Após a experiência como Scrum Master, assumi o papel de Gestor de Desenvolvimento e Processo da área de Esportes da Globo.com, sendo essa a função que exerço hoje.
    2. Mais de 3 anos de experiência com metodologias ágeis de desenvolvimento
      1. Atuação em otimização de processos de desenvolvimento
      2. Coaching voltado para gestão em ambiente ágil de Desenvolvimento de Software
      3. Coaching de práticas ágeis de Engenharia de Software
  2. 6 anos de experiência com desenvolvimento de sistemas, atuando como líder técnico em diversos projetos web e utilizando plataformas e ferramentas diversas (J2EE, ASP, VB, C++, DB2, Oracle, Sql Server, MQ Series, Sattelite Forms, HTML, Javascript)

O ano era 2009. Com o objetivo de oferecer a melhor cobertura da Copa do Mundo 2010 na internet, traçamos uma estratégia que contemplava a construção de uma Plataforma de Gestão de Dados e Serviços voltados para o universo esportivo.
Nesta palestra, descreverei como foi a experiência de construir essa Plataforma dentro de ambiente ágil de desenvolvimento, apresentando os principais desafios enfrentados no decorrer do projeto.

Porque é difícil trabalhar com os valores ageis em projetos de escopo fechado

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Sexta-feira 01/07
  • 14:30
André Nascimento

Profissional com mais de 8 anos de experiência em desenvolvimento de software. Cursou análise de sistemas no centro salesiano de São Paulo, unidade Americana entre 2003 e 2006 e gestão de sistemas de informação na UNIP entre 2007 e 2008. Atuou como desenvolvedor, analista de sistemas, arquiteto de soluções corporativas, líder e gerente de desenvolvimento de software em empresas como Softtek do Brasil e Stefanini IT Solutions, tendo fluência nas tecnologias .NET e Java e alguns produtos de mercado. Possui experiência e conhecimento avançado em ferramentas ALM como Microsoft Team System 2010 e Rational Suite. Também lecionou em cursos técnicos nas disciplinas de banco de dados, análise orientada a objetos e desenvolvimento de software.

Atualmente exerce o papel de gestor executivo na empresa Stefanini IT Solutions em São Paulo. Responsável pela área de “Service e Delivery Center” que engloba: Serviços de outsourcing de aplicações, desenvolvimento de projetos sob demanda e os centros de excelência em Cloud Computing, SaaS (Software as a Service) e Agile.

Além da gestão operacional, atua juntamente com as diretorias comerciais e presidência da companhia no alinhamento e implantação dos modelos de SaaS e Agile na base instalada de clientes e em prospecções nos mercados nacional e latino americano.

Ministra palestras em eventos e realiza workshops pela Stefanini no Brasil e Exterior sobre Desenvolvimento Ágil de Software, Scrum e SaaS.

Entender de verdade como aplicar os valores do manifesto ágil em projetos é algo desafiador, principalmente no cenário de consultorias e fábricas de software.
Neste cenário, vemos inúmeros projetos feitos no modelo de outsourcing ou de fábrica de software que tentam e se esforçam para se basear em métodos ágeis, mas sofrem com um ponto muito complicado: O Apego ao Escopo.
Tentar desenvolver com métodos ágeis e ainda pensar que o escopo é fixo não faz sentido.
Nessa sessão, gostaria de mostrar casos práticos de projetos que tinham tudo para funcionar e justamente por causa do apego ao escopo definido não tiveram sucesso, além de compartilhar dicas de que práticas são compatíveis com projetos de escopo fechado e quais possuem uma limitação maior.

De Porto Alegre a Fortaleza. O que aprendemos e fizemos desde o Agile Brazil 2010

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • arquivo
  • Sala Relatos de Experiência
  • Sexta-feira 1o de Julho
  • 15:30
Rafael Barbosa Camargo

Atuo no papel de ScrumMaster na empresa Synchro Solução Fiscal, em projetos de grande porte. Estudioso sobre Métodos ágeis e Psicologia. Participei do incentivo pela adoção do Agile na Empresa, estamos nesta jornada a 2 anos. Tomei iniciativas para aplicar Kanban, conceitos de FDD e utilizar as melhores praticas de XP que se adequaram a nossas necessidades. Entusiasta do Manifesto Ágil.
Realizei treinamentos e cursos com instrutores renomados sobre Agile.

Assisti os eventos Agile Brazil 2010, TDC 2010, Campus Party 2009 e 2010, Encontro Ágil 2010

Renato Freire Ricardo
  • Formado em Ciência da Computação pela FAJ (Faculdade de Jaguariúna)
  • Desenvolvedor de sistemas em PHP desde 2006 na empresa Assist Sistemas.
  • Em 2008 fiz meu primeiro curso de Scrum e descobri as maravilhas do mundo Agile. Tentei implantar o Scrum na Assist, onde trabalhava na época, sem sucesso.
  • Em 2010 comecei a trabalhar para a Ci&T como implementador.
  • Utilizava Scrum na Assist, mesmo trabalhando sozinho, e continuo utilizando Scrum atualmente na Ci&T.
  • Gosto de ir em eventos de várias tecnologias diferentes, PHP, Ruby, Agile, .NET, Java, etc.

O que aprendemos desde o último Agile Brazil? Passado quase um ano, o que de bom pusemos em prática, através dos conhecimentos que adquirimos no último evento? São estas questões que vamos responder. Levantar o que aprendemos, lembrar como foi a tentantiva de por a mão na massa e os resultados destas experiências.

Escalando agile na GVT Telecom - um case real

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Sexta-feira 01/07
  • 17:00
Felipe Rodrigues de Almeida

Empreendedor nato, viciado em inovação e agilidade. Com mais de 8 anos de experiência, atualmente trabalha com consultoria em arquitetura e processos ágeis para software. Nos últimos anos tem estudado e experimentado muito na área de linguagens de programação e cultura ágil. Ele também ajuda as pessoas a alcançarem suas metas através de coaching. Compartilha informações e opiniões através de sua conta no Twitter: @felipero

Saulo Abreu

Bacharel em Ciência da Computação pela UFPR, Analista/Desenvolvedor/Arquiteto de sistemas há 12 anos, trabalhou em diversos projetos com as mais variadas tecnologias e plataformas (de device drivers a sistemas especialistas). Suas principais especialidades são arquitetura e design de software com UML, arquitetura JEE e programação C/C++.
Atualmente trabalha como Arquiteto de Solução na GVT, onde participa de um time ágil que executa projetos de missão critica.

Grandes implementações de agile sempre trazem um aprendizado profundo. É comum encontrarmos barreiras e obstáculos quando trazemos uma nova cultura para uma empresa, principalmente quando essa empresa é grande. Para termos sucesso, precisamos do empenho de alguns e da experiência de outros. Assim vencemos os obstáculo e barreiras e conseguimos trazer valor real para o projeto. Nesta palestra, veja como implementamos Scrum na GVT em um projeto de mais de 100 pessoas em um período de 1 mês, trazendo valor para um projeto crítico.

Nearshore Agile

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Relatos
  • Sexta-feira 01/07
  • 18:00
André Nascimento

Profissional com mais de 8 anos de experiência em desenvolvimento de software. Cursou análise de sistemas no centro salesiano de São Paulo, unidade Americana entre 2003 e 2006 e gestão de sistemas de informação na UNIP entre 2007 e 2008. Atuou como desenvolvedor, analista de sistemas, arquiteto de soluções corporativas, líder e gerente de desenvolvimento de software em empresas como Softtek do Brasil e Stefanini IT Solutions, tendo fluência nas tecnologias .NET e Java e alguns produtos de mercado. Possui experiência e conhecimento avançado em ferramentas ALM como Microsoft Team System 2010 e Rational Suite. Também lecionou em cursos técnicos nas disciplinas de banco de dados, análise orientada a objetos e desenvolvimento de software.

Atualmente exerce o papel de gestor executivo na empresa Stefanini IT Solutions em São Paulo. Responsável pela área de “Service e Delivery Center” que engloba: Serviços de outsourcing de aplicações, desenvolvimento de projetos sob demanda e os centros de excelência em Cloud Computing, SaaS (Software as a Service) e Agile.

Além da gestão operacional, atua juntamente com as diretorias comerciais e presidência da companhia no alinhamento e implantação dos modelos de SaaS e Agile na base instalada de clientes e em prospecções nos mercados nacional e latino americano.

Ministra palestras em eventos e realiza workshops pela Stefanini no Brasil e Exterior sobre Desenvolvimento Ágil de Software, Scrum e SaaS.

Danilo Ruziska

Bacharel em Sistemas de Informação pelo Centro Universitário Senac, com 8 anos de experiência em desenvolvimento de Software, com foco em tecnologias Microsoft .NET (ASP.NET, Silverlight, XNA).
Possui certificações MCTS da Microsoft, CSM (Certified ScrumMaster) e CSD (Certified Scrum Developer) pela Scrum Alliance. Entusiasta, aprendiz e disseminador da cultura Agile, participou da implementação de Agile em um projeto Nearshore da Stefanini e também participa dos grupos de discussão de Scrum. Possui um blog em que relata experiências, eventos e materiais de Scrum e Nearshore (http://www.scrumdaybyday.net)

Nos últimos anos, o interesse de alguns países, em especial dos Estados Unidos tem se voltado para o Brasil.Na área de TI vemos crescer o modelo chamado de Nearshore, que é caracterizado pela proximidade de fuso horário em detrimento das empresas indianas – por exemplo – que operam num modelo de offshore, por estarem num fuso horário diferente do americano.
O modelo mais buscado em Nearshore tem sido justamente o baseado em métodos ágeis. As empresas estão entendendo que o melhor modelo para suportar a constante evolução do negócio e a real melhoria no processo de construção de software precisa assumir os valores do manifesto e as práticas de engenharia ágeis.
Vamos apresentar alguns casos práticos de projetos Nearshore Agile e conversar sobre dicas, desafios e lições aprendidas.

Gestão

The Agile city-building game

  • Iniciante
  • Workshop
  • Sem Tradução
  • 110 minutos
  • Limite: 30 participantes
  • Sala Gestão
  • Sexta-feira 01/07
  • 11:00
Alejandra Alfonso

Graduated in Computer Science from Universidad de Buenos Aires. She has many years of experience in the IT industry, being specialized in software architecture for Java Enterprise applications and more recently in agile software development. She has been working with agile methods since year 2002. She contributed to many development projects and coached teams from different companies to adopt agile principles and practices. She has experience in agile development for industries such as credit & financial services; publishing; telecommunications; and e-commerce. She was part in many distributed agile projects involving countries such as Argentina, Mexico, US, UK, France and Romania. She is actively involved in the Latin American agile community and was a member of Ágiles 2008, Ágiles 2009, Ágiles 2010 organization teams and she is currently co-chair of Ágiles 2011 conference

Emilio Gutter

Graduated in Information Systems, from Universidad de Buenos Aires. He is a certified ScrumMaster and certified ScrumPractitioner with strong experience coaching and implementing Agile across different projects. Also, he is strongly committed with the local Agile community and he was a member of the organization committee for Agiles2008, first Agile conference in Latin America. In the professional field, he has been working in software development area for more than 10 years, participating in several projects for Argentina, Brazil, United Kingdom, United States, France, Romania and Bulgaria. He has performed as software developer, project leader and agile coach with experience in different industries such as credit services; media & entertainment; advertising; travel & leisure among others.

Are you ready to start building your own city? Join a construction team, grab your tools and get ready to start building a fantastic city while learning the fundamentals principles of Agile development. You and your team will have to maximize the value delivered to the population and compete with other teams to see who is the best Agile construction company!

Scrum com Equipes Distribuídas

  • Praticante
  • Palestra
  • 110 minutos
  • link
  • Sala Gestão
  • Quarta-feira 29/06
  • 14:30
Rafael Prikladnicki

Rafael Prikladnicki – Professor da Faculdade de Informática da PUCRS desde 2004, com doutorado (2009) e mestrado (2003) em Ciência da Computação pela PUCRS. É membro da Scrum Alliance e Certified Scrum Master (CSM), além de ter participado da tradução do Guia oficial do Scrum para o Português. É gerente de projetos profissional (PMP) certificado pelo PMI (2005) e implementador credenciado no modelo MPS.BR (2005). Possui também atividades de consultoria e capacitação em gerenciamento de projetos, desenvolvimento distribuído de software, implementação de programas de melhoria de processo de software baseados nos modelos MPS.BR e CMMI e em metodologias ágeis para desenvolvimento de software. Atua também na coordenação da rede SPIN-POA na PUCRS e na coordenação do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis (GUMA) da Sucesu-RS. Foi coordenador geral da Agile Brazil 2010.

O objetivo desta palestra é apresentar o Scrum a partir de uma perspectiva de Desenvolvimento Distribuído de Software (DDS). Como grandes empresas multinacionais, com operações globais de desenvolvimento de software, estão implantando Scrum em um contexto de DDS? Como empresas brasileiras, com equipes distribuídas no território nacional, podem trabalhar com Scrum de forma eficiente? Quais são os beneficios de unir DDS e Scrum? Quais são os desafios encontrados? Quais são os ganhos que as empresas têm relatado? Estas e outras perguntas serão respondidas em uma palestra atual, prática, interativa e colaborativa.

Reservoir Dogs - a shot at agile portfolio management

  • Praticante
  • Workshop
  • Sem Tradução
  • 110 minutos
  • Limite: 30 participantes
  • Sala Gestão
  • Quarta-feira 29/06
  • 17:00
Thomas Lissajoux

Thomas is an agile coach for OCTO Technology, France. He is helping teams and manager cope with change and deliver a great user experience. He is a regular speaker at conferences such as Agile Tour, XPDay, UPA… His topics of interest include individual and team coaching, portfolio management and agile user experience.

How to manage a project portfolio, how to “feed” product teams, how do sponsors decide, how to balance strategic imperatives, financial gains and software debt reduction ? These are the questions that will be explored in this workshop.
Run as a game, it will simulate the choice and monitoring of projects by a group of stakeholders. It will show how the progress and results are impacted by the information available and the decision style. Alternating between participation and observation, attendees will debrief about what they go through/observe during the simulation.
After this workshop, attendees will have a better understanding of critical issues and stakes around agile portfolio management, and tools to experiment with in their organisations. A touch of Tarantino should spice it up.

Manifesto for Meta-Agile - Coaching para Agilidade além da própria Agilidade

  • Experiente
  • Palestra
  • 110 minutos
  • Auditório Principal
  • Sexta-feira 01/07
  • 11:00
Manoel Pimentel Medeiros

Manoel Pimentel Medeiros (www.ica-ti.com.br) – Coach com mais de 15 anos de experiência na área de TI, onde atuou com Coaching e Trainning para executivos e times em ambientes organizacionais de Consultorias, Bancos e Telecom. É Diretor Executivo do ICA-TI (Instituto de Coaching Aplicado a TI) e fundador da Revista Visão Ágil, já escreveu sobre Agile e Coaching para portais e revistas do Brasil e exterior. Também palestrou em eventos nacionais e internacionais sobre agilidade. Possui as certificações PPC, CAC, CEC da SBC/BCI, Worth Ethic Corporation, CSM e CSP da Scrum Alliance e foi um dos pioneiros na utilização e divulgação de métodos ágeis no Brasil.

Por meio de abordagens Ágeis, descobrimos diferentes formas para ajudar times na melhoria de todo um ecossistema organizacional. Com os resultados dessas experiências, concluímos que para criar soluções sistemicamente saudáveis é necessário compreender algumas importantes diretrizes baseadas em experiências com Coaching, Pensamento Sistêmico e diferentes métodos ágeis.
Essas diretrizes serão usadas para discutir questões chaves sobre a forma como Agile tem sido adotada em médias e grandes corporações, bem como, será abordado como as diferenças entre XP, Scrum, FDD, Lean, Kanban podem ser combinadas em uma síntese chamada Meta-Agile.

Usando Indicadores para Auxiliar a Dar Mais Visibilidade e a Melhorar o Desempenho

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • arquivo
  • Sala Gestão
  • Quinta-feira 30/06
  • 11:00
Clavius Tales

graduado em Ciências da Computação pela UFC (Universidade Federal do Ceará); ex-certificado como PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute); Diretor de Desenvolvimento do Grupo Fortes; ex-Vice-Presidente do Instituto Titan; membro-fundador do SPIN Ceará; membro-fundador, ex-coordenador e conselheiro do CEJUG (Grupo de Usuários Java do Ceará); fundador e ex-Diretor do PMI Ceará; líder em sua empresa do processo de adoção de XP, que se iniciou em 2006, sendo ela pioneira nas regiões Norte e Nordeste do país no uso da metodologia; participante das principais conferências de desenvolvimento ágil do país; palestrante no Ágiles 2009 – Segunda Conferência Latino-America sobre Metodologias Ágeis – e no Maré de Agilidade – Swell Fortaleza.

“Começamos a utilizar desenvolvimento ágil e nossa equipe tem a sensação de que as coisas estão melhorando. Mas infelizmente não temos segurança a respeito disso e não estamos certos em que exatamente ainda podemos melhorar – nossas retrospectivas, por exemplo, começaram a ficar sem assunto. Até que nosso cliente disse que percebeu uma certa melhora, mas também não sentimos tanta segurança da parte dele.” Se você se identificou com esse trecho, essa palestra pode ser uma boa. Nela será apresentado um conjunto de indicadores – ligados diretamente às necessidades e ao desejos do cliente – que dão mais visibilidade aos avanços que a equipe tem conseguido, e como esses indicadores podem ser usados para auxiliar a equipe a definir as ações de melhoria que devem ser priorizadas e executadas.

Learning Kaizen from TOYOTA

  • Iniciante
  • Palestra
  • Com Tradução
  • 50 minutos
  • Auditório Principal
  • Quinta-feira 30/06
  • 11:00
Kenji Hiranabe

Hello, Brazil !

This is my first time visit to Brazil and I’d really like to make this visit happen.

I’m an Agile practitioner and book translator in Japan. CEO of Change Vision, Inc., the product owner of “Astah”(a modeling tool formerly known as JUDE), which is widely used in Brazil.

And I have (co-)translated a dozen of Agile books including “The Art of Agile Development”, “Lean Software Development 1,2,3”, “XP Installed”, “Agile Project Management” and “Multi-Paradigm Design in C++”.

My talks are around TPS(Toyota Production System: Roots of Lean), Kaizen(Continuous Improvement), Project Facilitation, and Mindmapping in an Agile projects.

I think of software development as a form of communication game, and is always searching for better ways that makes it more productive, collaborative, and fun !


2008 Gordon Pask Award Recipient for Contributions to Agile practice
Kenji Hiranabe

I share the roots of Lean concepts including Kaizen(Continuous Improvement), Gemba(Go see), Muda-Dori(Waste Elimination), WIP limitation, Pull production system, and “People” as the center of the process via a Japanese video showing a factory reconstruction to Lean. (This session is presented in English)

Todo Mundo Nasce Ágil

  • Iniciante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Gestão
  • Quinta-feira 30/06
  • 14:30
Saulo Arruda

Profissional
Eu trabalho com desenvolvimento de software há 12 anos me envolvendo em projetos usando Java (JME, JSE e JEE), Ruby, PHP e apps para Android e iOS. Moro em Campo Grande/MS e participo da coordenação do Grupo de Usuários Ruby do MS, o GURU-MS. Em 2010 fundei a Jera junto com mais 4 sócios, @adrianobacha, @bruno_aa_, @jeffmor e @porkaria, todos programadores, para criar o melhor ambiente de trabalho possível e assim desenvolver o melhor software que nossos clientes já usaram. “Academicamente”, me formei em Tecnologia em Processamento de Dados na Faculdade Estácio de Sá de Campo Grande em 2002 e terminei a Especialização em Melhoria do Processo de Software na UFLA em 2009.

Pessoal
Sou casado com a Érika Jacob e tenho duas filhas: May, atualmente com 8 anos e Taila, com 1,5 anos. Estou sempre fazendo um som com outros amigos barrigudos que não tem pretensão de ganhar a vida com a música, mas adoram fazer um barulho. Seja tocando guitarra, violão, baixo, teclado ou simplesmente cantando a música já faz parte da minha vida há quase 20 anos. No mais, gosto de cozinhar, assistir filmes de animação com a May, tomar uma cerveja jogando conversa fora em um bar e sou apaixonado pelo meu trabalho.

Todo mundo nasce Ágil é uma analogia com a máxima de que todo mundo nasce perfeito. A maioria dos profissionais de TI deparam na sua carreira com situações absurdas dentro das empresas e clientes, eles sabem que são absurdas, mas muitos acabam por se conformar e pior, passam a disseminar essas práticas.

Otimizando a entrega de valor - Além de custo, prazo e escopo

  • Experiente
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Gestão
  • Quinta-feira 30/06
  • 18:00
Samuel Crescêncio

Samuel is a senior software engineer who has been building mission critical systems since 1994 – founder and CEO of OnCast Technologies, a growing Brazilian company which provides world class outsourcing services and agile mentoring to help other companies become agile. Samuel has acquired a great experience in distributed agile development and is passionate for processes improvement. Recognized as an agile leader, Samuel was Chairman of Ágiles2009 – the second edition of the Latin American Agile Conference. Currently Samuel is member of the exploration committee of Agile Brazil and member of the Agile Alliance Board of Directors. Samuel is Lean Software Development Practitioner, Certified Scrum Master and has 17 years of proven experience in the software industry.

Muito tem-se falado sobre custos, prazo e escopo. Uma grande ênfase dos métodos de gestão ágil de projetos está em maximizar a produtividade da equipe e a assertividade dos entregáveis, mantendo o desenvolvimento dentro do custo planejado. Entretanto, estratégia de negócios, modelo de gestão e engenharia precisam estar alinhados de modo que a geração de valor e a inovação possa ser maximizada. Nesta palestra vamos explorar um modelo de desenvolvimento ágil com foco em valor de negócio, que permitirá sua organização alcançar novos níveis de geração de valor para seus clientes e usuários.

Distributed Retrospectives

  • Experiente
  • Workshop
  • 110 minutos
  • Limite: 50 participantes
  • Sala Gestão
  • Quarta-feira 29/06
  • 11:00
Sharlene McKinnon

IT is a second career path for Sharlene who started out as a forensic osteologist before entering the Calgary IT market in 1997 as a Multimedia Designer. After this she’s been lucky enough to carry the roles of Digital Wizard, Lead Designer, Business Analyst, Iteration Manager, Implementation Specialist, and Cat Herder; mostly in the world of web application development. With Thoughtworks, she’s worked as a Facilitator, Agile Coach, Business Analyst, and Iteration Manager with teams in the UK, India, China, US and Canada. She is the author of Iterating a Team in Flux and The Telling Tale of a Story Lifecycle.

As companies open new global offices and look to near-shore and offshore companies to further enhance their teams, it becomes increasing difficult to run effective retrospectives. The goal of this workshop is to frame the practices of running distributed retrospectives, problem solve a real life scenario, and enhance learning with real life learnings. This session assumes that participants already know how to perform a retrospective.

Trabalhando de forma eficaz com mentalidade legada

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Gestão
  • Sexta-feira 01/07
  • 14:30
Rodrigo Yoshima

Técnico em Processamento de Dados (UNESP) e Bacharel em Administração de Empresas (Mackenzie, SP), trabalha com desenvolvimento de software desde 1994. É colunista da Revista MundoJava desde 2006 e palestrante nos maiores eventos de Tecnologia do País. Já treinou mais de 100 equipes em práticas ágeis com Scrum e XP em mais de 20 empresas como UOL, Cemig, Infraero, Sul América, Procwork entre outras.

É Arquiteto de Software, Instrutor e Agile Coach na Aspercom. Atualmente lidera a implantação de métodos ágeis na Sul América Seguros, uma das maiores implantações do país.

Como convencer o meu gerente, minha equipe ou a minha empresa a utilizar métodos ágeis?

Esta talvez seja a pergunta mais martelada em qualquer evento, treinamento ou roda de conversa entre desenvolvedores! Nesta sessão Rodrigo Yoshima apresentará como melhorar qualquer processo existente, por pior que seja, de forma incremental, utilizando ferramentas Kanban, Lean e Systems Thinking.

Visões de Mercado sobre Equipes de Trabalho Autogerenciadas

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Gestão
  • Sexta-feira 01/07
  • 15:30
Rafael Sabbagh

Rafael Sabbagh é graduado em Engenharia de Computação pela PUC-Rio (1999). Fez MBA em Gestão Empresarial (2006) e Mestrado em Administração (2010), todos na PUC-Rio. Sua dissertação tratou dos fatores críticos para a prática de valores ágeis com Scrum em equipes brasileiras de TI.

Trabalha há vários anos com liderança de projetos de TI e de equipes de desenvolvimento. É Certified Scrum Professional (CSP), Certified ScrumMaster (CSM) e Certified Scrum Product Owner (CSPO). Atualmente, trabalha como ScrumMaster, Scrum coach/mentor e ensina e divulga Scrum em palestras, eventos e dentro de empresas.

Apresentou trabalhos no Brazil Scrum Gathering 2009 (São Paulo), Ágiles 2009 (Florianópolis), Germany Scrum Gathering 2009 (Munique), Orlando Scrum Gathering 2010 (duas sessões), Agile Brazil 2010 (Porto Alegre) e Amsterdam Scrum Gathering (três sessões). Foi organizador do Agile Tour Rio de Janeiro 2010.

Agile não inventou o autogerenciamento. Equipes de trabalho autogerenciadas estão presentes em diferentes indústrias, e suas particularidades e similaridades são estudadas por diferentes disciplinas. O objetivo dessa palestra é, de forma objetiva, trazer aos praticantes de metodologias Ágeis conceitos que a Administração construiu, a partir da prática nas diferentes indústrias, para equipes de trabalho autogerenciadas, que lhes poderão ser úteis em seu contexto de trabalho. Esses conceitos incluem uma definição mais precisa do que são essas equipes, o papel do líder nessas equipes e os fatores que determinam a efetividade dessas equipes.

Dez anos depois, você realmente sabe o que é um produto com valor agregado?

  • Praticante
  • Tutorial
  • 110 minutos
  • Limite: 100 participantes
  • link
  • Auditório Principal
  • Sexta-feira 01/07
  • 14:30
Luiz Claudio Parzianello

Engenheiro Eletricista pela PUCRS e Mestre em Sistemas Eletrônicos pela USP. Possui mais de 25 anos de experiência em informática, atuando no Brasil e no exterior como consultor e instrutor para grandes organizações interessadas no aperfeiçoamento de suas equipes e na implantação de programas de melhoria de processos de software baseados em Metodologias Ágeis. É especialista em temas como Engenharia de Requisitos, Análise de Negócios, Lean Development, Scrum e Extreme Programming. É pioneiro na utilização de técnicas de Programação Neurolinguística (PNL) nos mais diferentes aspectos do desenvolvimento de software. É sócio-fundador da empresa Surya Software Innovation, coordenador do Grupo de Usuários de Análise de Negócios (GUAN) e vice-Coordenador do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis (GUMA) da SUCESU-RS. É membro da Agile Alliance, Scrum Alliance e International Institute of Business Analysis (IIBA), para quem atua como Presidente do IIBA Porto Alegre Chapter e colaborador na elaboração da Agile Extension do BABOK.

É sabido que as equipes ágeis devem satisfazer seus clientes mediante a entrega contínua e adiantada de software com valor agregado. No entanto, quando questionados sobre o que realmente agrega valor a seus clientes, muitas equipes relatam somente elementos relacionados a características e comportamentos de produto. Dez anos já se passaram desde a assinatura do Manifesto Ágil e é interessante como, ainda hoje, o conceito de valor no desenvolvimento de software tem sido fonte de inúmeros debates em conferências, artigos e listas de discussão por todo o mundo. Este tutorial irá apresentar os principais conceitos de valor utilizados no desenvolvimento ágil e como um modelo de percepção de valor pode ser utilizado para compreender o que realmente é valorizado por clientes e usuários.

Tudo o que você precisa saber sobre contratos ágeis de software

  • Praticante
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Sala Gestão
  • Sexta-feira 01/07
  • 17:00
Thiago Alves

Sou Técnico em Eletrônica, Engenheiro de Computação (Escola Politécnica – USP) e atualmente curso Direito também na USP. Possuo as certificações IBM Solution Designer e Microsoft MCTS.

Minha primeira experiência como programador foi na Insite, em 1998, onde tive o privilégio de trabalhar com uma equipe fantástica que me ensinou muito. De lá para cá trabalhei em diversas empresas, como programador e posteriormente líder técnico e gerente de produtos, sendo responsável pelo desenvolvimento de sistemas de médio e grande porte.

Em 2007 decidi fundar a Inspira . Mais ou menos nesta mesma época tive meu primeiro contato com o Agile Manifesto e o Scrum. Os resultados foram imediatos e desde então decidi abraçar o movimento ágil. Liberamos alguns de nossos projetos internos (https://github.com/inspira) e também colaboramos em alguns projetos open-source (como o Restfulie.NET da Caelum), além de promovermos dojos, palestras e encontros informais no nosso escritório.

Participo de diversas listas de discussão. como a dotnetarchitects, agile-brasil, scrum-brasil e business-of-software, sempre buscando contrbuir positivamente. Também participei de alguns dos principais eventos relacionados ao mundo ágil, como o Agile Brazil 2010, QCon, RubyConf, Noite Ágil, TechEd e Dev in Rio.

Meu principal interesse é em assuntos relacionados a gestão de empresas de software num contexto ágil. Tenho me concentrado especialmente em ambientes de trabalho ágil e contratos ágeis de desenvolvimento de software.

Desenvolvedores não gostam de pensar em contratos. Porém eles são absolutamente necessários para delimitar as responsabilidades das partes envolvidas. Já sabemos que o escopo fixo para software é (em geral) uma falácia, mas muitos clientes não podem ou não querem contratos de escopo negociável. Afinal, eles estão acostumados a saber de antemão quanto vão gastar, o que vão receber em troca e quando.

É possível ser ágil com contratos de escopo fixo? Aliás, como validar se um escopo foi desenvolvido ou não?

O objetivo da palestra é apresentar as diferentes possibilidades de contratos de desenvolvimento de software, as vantagens e desvantagens de cada uma, sobre o ponto de vista de desenvolvimento ágil, embasado também em aspectos jurídicos quando necessário.

Lean Startup

  • Experiente
  • Palestra
  • 50 minutos
  • link
  • Auditório Principal
  • Sexta-feira 01/07
  • 17:00
Matheus Haddad

Sócio-Diretor da Webgoal, empresa que cria produtos web utilizando métodos ágeis. Mestre em Engenharia Elétrica na área de Inteligência Artificial, pós-graduado em Análise de Sistemas e Bacharel em Ciência da Computação. Possui mais de 10 anos de experiência no desenvolvimento de software e trabalha há 3 anos com métodos ágeis, participando como ScrumMaster em projetos da Webgoal, realizando consultorias e ministrando cursos e treinamentos sobre Scrum, XP e Kanban.

Alexandre Gomes

Mestre e Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade de Brasília; Diretor Técnico da SEA Tecnologia; Mais de 10 anos de experiência em arquitetura e desenvolvimento de software; Mais de 4 anos de experiência em gestão de projetos e liderança de equipes; Experiência em editorial de revistas e sites de conteúdo técnicos (MundoJava e InfoQ); Instrutor de cursos oficiais da Sun Microsystems, SAP, RedHat/JBoss e Liferay com centenas de horas ministrando treinamentos para a iniciativa pública e privada; Palestrante em dezenas de eventos tecnológicos nacionais e internacionais; Grande defensor da utilização de modelos colaborativos e ágeis para a gestão empresarial; Atualmente com pesquisas em modelos arquiteturais para a computação ubíqua.

Startups falham pela falta de um modelo de negócio sólido e pela falta de clientes para o seu produto, e não por questões tecnológicas. Definir um modelo de negócio e um mercado para o produto é mais importante do que desenvolver o software. Lean Startup combina o desenvolvimento ágil de software com Customer Development, processo que foca no desenvolvimento do mercado e de clientes.

Ciclos de Avaliação de Pressupostos: Entendendo Lean, Kanban e Agilidade sob uma nova perspectiva

  • Experiente
  • Palestra
  • 50 minutos
  • Sala Gestão
  • Sexta-feira 01/07
  • 18:00
Alisson Vale

Com mais de 15 anos de experiência em desenvolvimento de software e no mínimo 8 anos liderando e gerenciando projetos de software, é um entusiasta de Desenvolvimento Ágil no Brasil, onde tem um grande nível de participação na comunidade, escrevendo artigos, apresentando palestras e debatendo em fóruns de discussão. Atualmente é coach e Líder de Produto na Phidelis Tecnologia, onde muitas dessas técnicas e idéias são constantemente desafiadas e aplicadas em cenários do mundo real.

Lean e Kanban têm sido cada vez mais divulgados e aplicados como uma forma de complementar métodos Ágeis. O crescimento recente no uso da abordagem Kanban em projetos de software têm levantado questionamentos e discussões sobre o alinhamento conceitual dessas filosofias. Afinal, elas são conflitantes, complementares, ou simplesmente diferentes modos de enxergar a questão central que as une?

Essa palestra é sobre a questão central que une todos esses modelos de pensamento: o modelo de Ciclos de Avaliação de Pressupostos. Ela explica porque tais modelos são complementares, porque um fortalece o outro e porque ambos são capazes de resolver juntos situações que dificilmente resolveriam sozinhos quando adotados de forma isolada.

  • Lightning Talks 1

    • Sala Interesse Geral
    • Quarta-feira 29/06
    • 14:30
    • 50 minutos

    Entendendo conceitos de agilidade com o trânsito da Índia

    Marlon Luz

    Marlon Luz tem as certificações de Scrum Master, Product Owner e Developer. Trabalha agilmente com desenvolvimento de software desde 2006 quando teve o primeiro contato com Scrum. Além disso é fã da técnica de Pomodoro para organização do tempo de forma muito ágil.

    Esta palestra tem como objetivo mostrar os conceitos de agilidade com base em um vídeo muito famoso que mostra um cruzamento no trânsito da Índia http://bit.ly/14cWoZ

    Os conceitos que podem ser tirados desse vídeo são: Adaptação, Respeito, Auto Gerenciamento e Comunicação

    Agilildo Entrega

    Luca Bastos

    Desenvolvedor do tempo da Carochinha, ávido leitor e praticante sempre interessado em metodologias de desenvolvimento desde antes de surgirem a programação modular, programação estruturada e todas as demais cuja sofrida evolução redundaram na constatação ainda refutada por alguns, de que desenvolvimento de software não é a mesma coisa do que fabricar lâmpadas ou construir casas populares.

    Meninos, eu vi. E vivi.

    Hoje trabalho em uma empresa que às vezes vive a dicotomia de lutar para ser ágil e entregar software funcionando para alguns clientes que insistem em Gantt charts, escopo fechado, desenvolvimento em cascata e outras coisas do tempo do onça. Infelizmente o mundo real ainda está lotado de cascateiros. Mas a gente não desiste. E em mesmo em clientes estatais, já conseguimos algumas importantes vitórias.

    Obs: Luca Bastos = Luiz Arnaldo de Gusmão Bastos

    Caricatura muda com música com final trágico… ou não…

    Será uma tentativa de brincadeira nos moldes de uma tragicomédia dos tempos do cinema mudo acompanhado por música (clássica).

    Systems Thinking aplicado a desenvolvimento de software

    Rodrigo Yoshima

    Técnico em Processamento de Dados (UNESP) e Bacharel em Administração de Empresas (Mackenzie, SP), trabalha com desenvolvimento de software desde 1994. É colunista da Revista MundoJava desde 2006 e palestrante nos maiores eventos de Tecnologia do País. Já treinou mais de 100 equipes em práticas ágeis com Scrum e XP em mais de 20 empresas como UOL, Cemig, Infraero, Sul América, Procwork entre outras.

    É Arquiteto de Software, Instrutor e Agile Coach na Aspercom. Atualmente lidera a implantação de métodos ágeis na Sul América Seguros, uma das maiores implantações do país.

    Systems Thinking é uma das ciências mais fantásticas que existe. Visão holística sobre os problemas e entender elementos, relacionamentos e ciclos é um instrumento poderosíssimo que infelizmente a comunidade ágil pouco utiliza.

    Co-criação de conhecimento em equipes ágeis

    Daniel William

    Bacharel em computação pela Universidade de Fortaleza em 2001. Com mais de 10 anos de experiência relacionados a desenvolvimento, análise de sistemas e desde 2007 atuando também como líder técnico de projetos durante os quais praticando métodos ágeis, principalmente SCRUM e XP (Implantei e mantenho na atual empresa). Participei também de alguns projetos de P&D relacionados a tecnologias de TI com focos em IHC e Educação a distância com colaboração em artigos aceitos em congressos nacionais e internacionais.

    A gestão do conhecimento segundo Ikujiro Nonaka auxiliando na compreensão e a facilitação de sua co-criação por equipes de desenvolvimento ágil.

    Como empresa com grande rotatividade aprende?

    Hélio Medeiros

    Hélio Medeiros é entusiasta por desenvolvimento ágil de software e os benefícios que ele nos porporciona em nossa constante jornada por mais tempo livre para aprender. Desenvolve software como paixão há 5 anos, e desde 2007 vê as metodologias ágeis como a flecha que direciona as equipes por onde tem passado para o crescimento produtivo e intelectual.
    Foi professor da UnP na cadeira de Engenharia de Software, onde trouxe em uma nova abordagem pedagogica as discussões em lightning talks anterior a cada aula, como forma de apresentar aos alunos o poder da reflexão e o compartilhamento de suas idéias fortalecendo a comunicação. Tornou prática a aprendizagem de alguns dos métodos de desenvolvimento.
    Respondeu pela implantação de metodos ágeis, tornando-se posteriormente SM, em duas equipes totalizando 25 membros; assim como realizou em consultorias a implantação do Scrum em algumas dentre ela a Tec-Soft com 26 colaboradores.
    Atualmente trabalha como consultor e desenvolvedor de sistemas web e orientado a serviços da Stefanini atuando principalmente junto ao cliente Dell Computers, geek, cinéfolo, músico nas horas vagas (últimamente nenhuma) e jogador de video game(iniciante).

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    Aprender algo leva tempo, estou nesta vida há 25 anos e sempre volto ao dicionário para algumas palavras. Como empresas alcançam o sucesso sem se preocupar com seus funcionários. Vamos minerar as vontades da geração y e debater soluções criativas para a criação de uma cultura de aprendizagem, para que no final todos possam dizer… EU FICO!!

  • Lightning Talks 2

    • Auditório Principal
    • Quinta-feira 30/06
    • 14:30
    • 50 minutos

    UI-TDD : Quem disse que não é possível?

    Bruno Pedroso

    Bacharel em ciência da computação pela Universidade de Brasília, onde atualmente desenvolve seu projeto de mestrado sobre desenvolvimento orientado a testes. Organiza dois grupos de Coding Dojo: DojoSEA e DojoBrasília, ministra cursos e palestras sobre XP há cerca de três anos, e escreve em diversos blogs a respeito do assunto. É desenvolvedor com 12 anos de experiência, e atua hoje como coach de projetos e coordenador da área técnica da SEA tecnologia, dando grande enfoque à aplicação de valores e princípios do XP.

    Testes automáticos de interface ainda são uma questão em aberto, tomada simplesmente como uma limitação da técnica.

    Mas será que a dificuldade em automatizar os testes é realmente um impeditivo à aplicação de TDD ao desenvolvimento de interfaces?

    Afinal de contas, os testes são apenas um aspecto secundário da prática, um “efeito colateral” positivo, certo? Não é o TDD uma técnica de design?!

    Esse lightning talk pretende mostrar que a automação dos testes da forma como estamos acostumados é, além de logicamente impossível, perfeitamente dispensável para o desenvolvimento de interfaces – o que será exemplificado por meio de um micro-kata e um pouco (bem pouco) de conversa fiada.

    Domain Game: Disseminando conhecimento através de diversão

    Rafael Barbosa Camargo

    Atuo no papel de ScrumMaster na empresa Synchro Solução Fiscal, em projetos de grande porte. Estudioso sobre Métodos ágeis e Psicologia. Participei do incentivo pela adoção do Agile na Empresa, estamos nesta jornada a 2 anos. Tomei iniciativas para aplicar Kanban, conceitos de FDD e utilizar as melhores praticas de XP que se adequaram a nossas necessidades. Entusiasta do Manifesto Ágil.
    Realizei treinamentos e cursos com instrutores renomados sobre Agile.

    Assisti os eventos Agile Brazil 2010, TDC 2010, Campus Party 2009 e 2010, Encontro Ágil 2010

    Conheça o Domain Game. Um jogo aos moldes “Passa ou Repassa” para gerar mais interação entre os membros do Time. Ajudando a disseminar o Domínio, a linguagem sobre o Domínio, mantendo a alegria e motivação do Time.

    Scrum beyond the enemy lines - Tem que ser cabra macho para adotar Agile

    Manoel Pimentel Medeiros

    Manoel Pimentel Medeiros (www.ica-ti.com.br) – Coach com mais de 15 anos de experiência na área de TI, onde atuou com Coaching e Trainning para executivos e times em ambientes organizacionais de Consultorias, Bancos e Telecom. É Diretor Executivo do ICA-TI (Instituto de Coaching Aplicado a TI) e fundador da Revista Visão Ágil, já escreveu sobre Agile e Coaching para portais e revistas do Brasil e exterior. Também palestrou em eventos nacionais e internacionais sobre agilidade. Possui as certificações PPC, CAC, CEC da SBC/BCI, Worth Ethic Corporation, CSM e CSP da Scrum Alliance e foi um dos pioneiros na utilização e divulgação de métodos ágeis no Brasil.

    O universo corporativo por muitas vezes é duro (e até cruel), o que torna o processo da adoção sistêmica de Scrum (de Agile em geral) extremamente difícil e na maioria das vezes, deveras longo.

    As dificuldades encontradas em ambientes organizacionalmente complexos são várias e esse lightning talk objetiva mostrar de forma rápida e dura como que é preciso ser muito cabra macho (em homenagem à cidade sede do evento) para conduzir a adoção de Agile dentro dessas grandes organizações.

    Números que interessam: As métricas Lean

    Rodrigo Yoshima

    Técnico em Processamento de Dados (UNESP) e Bacharel em Administração de Empresas (Mackenzie, SP), trabalha com desenvolvimento de software desde 1994. É colunista da Revista MundoJava desde 2006 e palestrante nos maiores eventos de Tecnologia do País. Já treinou mais de 100 equipes em práticas ágeis com Scrum e XP em mais de 20 empresas como UOL, Cemig, Infraero, Sul América, Procwork entre outras.

    É Arquiteto de Software, Instrutor e Agile Coach na Aspercom. Atualmente lidera a implantação de métodos ágeis na Sul América Seguros, uma das maiores implantações do país.

    Cansado da baboseira que são os pontos e o burndown? Métricas Lean derivadas de uma implementação Kanban podem ajudar sua equipe a observar melhor os resultados do seu projeto fornecendo uma visão mais clara do seu ambiente.

    Jogue basquete e desenvolva times multifuncionais

    Daniel Wildt

    Daniel Wildt atua com capacitação, coaching e desenvolvimento de projetos usando Metodologias Ágeis desde 2003. Em 2004 fundou o Grupo de Usuários de Metodologias Ágeis do Rio Grande do Sul, que coordena desde então. É especialista na aplicação de Lean, eXtreme Programming e Scrum, em times locais ou ambientes distribuidos. Já participou de projetos envolvendo 3 continentes aplicando Metodologias Ágeis e diversos fuso horários, participou de diversos eventos na área, e possui publicações nacionais e internacionais na área em portais, revistas e congressos.

    Vamos falar a respeito dos ensinamentos do basquete e como as equipes podem crescer com isto.

  • Lightning Talks 3

    • Sala Gestão
    • Quinta-feira 30/06
    • 17:00
    • 50 minutos

    Canvas - Modelo de Negócio Ágil

    Matheus Haddad

    Sócio-Diretor da Webgoal, empresa que cria produtos web utilizando métodos ágeis. Mestre em Engenharia Elétrica na área de Inteligência Artificial, pós-graduado em Análise de Sistemas e Bacharel em Ciência da Computação. Possui mais de 10 anos de experiência no desenvolvimento de software e trabalha há 3 anos com métodos ágeis, participando como ScrumMaster em projetos da Webgoal, realizando consultorias e ministrando cursos e treinamentos sobre Scrum, XP e Kanban.

    Flavio Logullo

    Bacharel em ciência da computação pelo Centro Universitário FIEO. Experiência de mais de dez anos no desenvolvimento de aplicações para internet, atendendo clientes como Petrobrás, SodexHo, PPG Paints and Coats, Pirelli, Elma Chips, Prime Licensing e Fundação Nacional da Qualidade, através de agências web e de minha própria empresa.

    Em 2008 criei a WebGoal com mais quatro sócios, para desenvolver software web de forma ágil (SCRUM e XP) com alto retorno sobre o investimento. Atualmente coloco em prática os conceitos das metodologias ágeis na área administrativa da WebGoal mantendo a proposta de fazer uma gestão diferenciada valorizando indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas. Busco constante evolução na gestão estratégica da empresa utilizando técnicas de Lean Startups, assunto que é ainda pouco discutido no Brasil.

    O Canvas é uma técnica e uma linguagem compartilhada para criar, visualizar, avaliar e mudar modelos de negócio. Essa forma de modelagem ágil de produtos e negócios descreve a lógica de como uma empresa cria, entrega e captura valor no mercado.

    A importância da Reunião Diária

    Rodrigo Branas

    Formado em Ciências da Computação pela UFSC e MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV, atua no mercado de desenvolvimento de software desde 2002, focado principalmente em projetos baseados na arquitetura Java.

    Nos últimos anos, tem se dedicado à área de gestão de projetos, se especializando na utilização e disseminação de metodologias ágeis como Scrum, Extreme Programming e Lean Software Development. Foi palestrante em importantes eventos como o Ágiles 2009 (Segunda conferência Latino-Americana sobre Metodologias Ágeis) falando sobre auto-gerenciamento em equipes ágeis, Agile Brazil e Pensando Lean em 2010 palestrando sobre o amadurecimento do workflow do projeto com práticas do Kanban e também no The Developers Conference e Solisc 2010 apresentando sobre técnicas de Clean Code.

    Atualmente, trabalha é CIO – Chief Information Officer e Consultor em Agile da OnCast Technologies e também Instrutor dos cursos da Academia do Java e do Agile na Globalcode.

    Um dos modelos mais utilizados para a facilitação e condução desta reunião é o famoso: “O que eu fiz desde a última reunião diária?“, “O que eu farei até a próxima reunião?” e “Existe alguma coisa me impedindo?“.

    Infelizmente, existe uma forte tendência nas equipes em se focar apenas na resposta da primeira pergunta, “Eu fiz … desde a última reunião”.

    Que tipo de problemas esse comportamento causa?

    Customizando tudo: pecado ou adaptação

    Leo Silva

    Pós-Graduando em Engenharia de Software pela UFRJ, formado no CEFET-RN em Tecnologia em Desenvolvimento de Software, atualmente trabalha como Desenvolvedor Java na Nova OWSE Informática LTDA, atuando em um projeto ágil com Scrum, há dois anos. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Linguagens de Programação, Engenharia de Software e Arquitetura de Software.

    Ulisses Telemaco

    Ulisses Telemaco é mestre em Mecatrônica pela UFBA e Bacharel em Ciências da Computação pela UFRN. Trabalha com desenvolvimento de sistemas desde os tempos de faculdade. Atualmente é Arquiteto de Software na OWSE.

    Seu trabalho é fortemente ligado ao estudo, aprimoramento e aplicação de metodologias ágeis nas equipes de desenvolvimento da empresa. Tem uma equipe muito aberta a mudanças e uma liberdade enorme para experimentações.

    Entusiasta da Comunidade Java, foi fundador dos projetos JSPBrasil e JEEBrasil. Participou ativamente na condução das atividades dos JUGs JavaBahia e JavaRN. Atualmente, Ulisses está morando na capital fluminense e é membro do SouJava-Rio de Janeiro.

    A sessão mostrará como nós adaptamos e aplicamos o SCRUM no dia a dia.

    Métricas *Honestas* para Acompanhamento de Projetos de Software

    Rodolpho Ugolini Neto

    Arquiteto de Sistemas de Software da IBM Rational, onde auxilia clientes de vários segmentos, sobretudo o financeiro, a aprimorar sua eficiência no desenvolvimento de software, tendo desenvolvido softwares distribuídos de alta complexidade utilizando abordagem Ágil e iterativa. Ao logo dos últimos 10 anos tem se dedicado a adoção de melhoras práticas de desenvolvimento de software, auxiliando clientes no processo de mudança cultura envolvido.
    Suas principais especialidades são gerenciamento de requisitos, arquitetura e design de software com UML e métodos iterativos de desenvolvimento.

    Palestrante em vários eventos ligados à comunidade de desenvolvimento ágil como QCon, Encontro Ágil, Falando em Agile e Agile Brasil 2010 (palestra de patrocinador). Modedador da lista UML-BR (http://br.groups.yahoo.com/group/UML-BR) que trata de desenvolvimento de Software em Geral, com foco especial na UML, lista que conta com quase 2500 membros (Mar/2011).

    Irei apresentar algumas métricas que, acredito, abrem a caixa preta do desenvolvimento de software e tornam transparente para gestores, equipe de desenvolvimento e cliente o real estado do projeto do software.

    Ramones ou Jazz? Ou os dois? Buscando produtividade com músicas.

    Daniel Wildt

    Daniel Wildt atua com capacitação, coaching e desenvolvimento de projetos usando Metodologias Ágeis desde 2003. Em 2004 fundou o Grupo de Usuários de Metodologias Ágeis do Rio Grande do Sul, que coordena desde então. É especialista na aplicação de Lean, eXtreme Programming e Scrum, em times locais ou ambientes distribuidos. Já participou de projetos envolvendo 3 continentes aplicando Metodologias Ágeis e diversos fuso horários, participou de diversos eventos na área, e possui publicações nacionais e internacionais na área em portais, revistas e congressos.

    Hélio Medeiros

    Hélio Medeiros é entusiasta por desenvolvimento ágil de software e os benefícios que ele nos porporciona em nossa constante jornada por mais tempo livre para aprender. Desenvolve software como paixão há 5 anos, e desde 2007 vê as metodologias ágeis como a flecha que direciona as equipes por onde tem passado para o crescimento produtivo e intelectual.
    Foi professor da UnP na cadeira de Engenharia de Software, onde trouxe em uma nova abordagem pedagogica as discussões em lightning talks anterior a cada aula, como forma de apresentar aos alunos o poder da reflexão e o compartilhamento de suas idéias fortalecendo a comunicação. Tornou prática a aprendizagem de alguns dos métodos de desenvolvimento.
    Respondeu pela implantação de metodos ágeis, tornando-se posteriormente SM, em duas equipes totalizando 25 membros; assim como realizou em consultorias a implantação do Scrum em algumas dentre ela a Tec-Soft com 26 colaboradores.
    Atualmente trabalha como consultor e desenvolvedor de sistemas web e orientado a serviços da Stefanini atuando principalmente junto ao cliente Dell Computers, geek, cinéfolo, músico nas horas vagas (últimamente nenhuma) e jogador de video game(iniciante).

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    Gerar concentração, buscar motivação, acreditar que uma música pode ajudar a buscar resultados. Tudo isto usando a pomodoro technique em um ritmo alterado, através das músicas e do “songdoro”, que mistura pomodoro technique com o conceito das powersongs.

  • Lightning Talks 4

    • Sala Gestão
    • Quinta-feira 30/06
    • 12:00
    • 50 minutos

    Refactoring Katas

    Danilo Sato

    Danilo Sato é desenvolvedor de software há 10 anos, trabalhando com Métodos Ágeis há 7 anos e consultor da ThoughtWorks há 3 anos, atuando nos mais diversos papéis: desenvolvedor, agile coach, arquiteto, treinador e líder técnico em projetos Ruby e Java no Brasil, EUA e em UK. Com experiência como palestrante em conferências nacionais e internacionais, Danilo já apresentou na XP 2007, XP 2009, XP 2010, Agile 2008, Agile 2009, Ágiles 2008, Falando em Agile 2008, Rails Summit Latin America 2008, além de ser o fundador do Coding Dojo @ São Paulo.

    Katas são exercícios de programação onde desenvolvedores treinam diferentes formas de resolver um problema utilizando TDD, com o objetivo de aprimorar suas habilidades escrevendo testes e código simples. Mesmo sendo outra habilidade importante, nem sempre é fácil de treinar o processo de refatoração em si. Refactoring Katas são exercícios com o objetivo de treinar formas diferentes de refatorar código.

    Desenvolvimento Orientado a Testes -- Está na hora de aplicar no seu trabalho!

    Daniel Wildt

    Daniel Wildt atua com capacitação, coaching e desenvolvimento de projetos usando Metodologias Ágeis desde 2003. Em 2004 fundou o Grupo de Usuários de Metodologias Ágeis do Rio Grande do Sul, que coordena desde então. É especialista na aplicação de Lean, eXtreme Programming e Scrum, em times locais ou ambientes distribuidos. Já participou de projetos envolvendo 3 continentes aplicando Metodologias Ágeis e diversos fuso horários, participou de diversos eventos na área, e possui publicações nacionais e internacionais na área em portais, revistas e congressos.

    Em uma entrevista de emprego, o candidato se diz praticante de Test Driven Development. Pratica em casa nos projetos pessoais, na faculdade, nos dojos que participa nas comunidades que faz parte, mas não pratica no trabalho. Lá não dá.

    E como fica? Descubra abordagens para fazer o assunto acontecer no trabalho também.

    Quando o Agile falha, segundo o PMI

    Giovanni Bassi

    Giovanni Bassi é agilista e adora programar. Programa porque gosta, e começou a trabalhar com isso porque acha que trabalhar como administrador é meio chato. Por esse motivo sempre diz que nunca mais vai virar gerente de ninguém. E também porque acredita que pessoas autogerenciadas funcionam melhor e por acreditar que heterarquia é melhor que hierarquia.
    É Professional Scrum Trainer pela Scrum.org e Microsoft MVP. É certificado PSM, PSD, MCSD .Net, e MCPD Enterprise Application Developer.
    Trabalha com a plataforma .NET desde antes do seu lançamento. É focado principalmente em arquitetura e melhores práticas, e seu trabalho consiste em auxiliar as empresas na adoção de boas práticas, de novas tecnologias e na definição da estratégia de engenharia de departamentos de TI. Realiza atividades de mentoring, ministra treinamentos especializados, dá palestras sobre agilidade, engenharia e arquitetura de software e é professor universitário. Atualmente faz parte do corpo editorial da .NET Magazine, após ter sido seu editor.
    É fundador do grupo de estudos sobre arquitetura de software .NET Architects.
    Fundou recentemente com outros agilistas conhecidos a Lambda3, uma empresa que nasceu ágil.
    Mantém o podcast Tecnoretórica

    Acesse seu blog em blog.lambda3.com.br, e seu twitter em @giovannibassi.

    Felipe Rodrigues de Almeida

    Empreendedor nato, viciado em inovação e agilidade. Com mais de 8 anos de experiência, atualmente trabalha com consultoria em arquitetura e processos ágeis para software. Nos últimos anos tem estudado e experimentado muito na área de linguagens de programação e cultura ágil. Ele também ajuda as pessoas a alcançarem suas metas através de coaching. Compartilha informações e opiniões através de sua conta no Twitter: @felipero

    O PMI colocou no ar uma página que explicava quando usar agilidade. Logo depois tirou. Lá ele listava quais as contra-indicações para o uso de agilidade.
    Surpreendentemente, eu concordo com o PMI. Venha entender nesta sessão quando você não deve usar agile.

    Conhecendo o Domain Driven Design

    Felipe Rodrigues de Almeida

    Empreendedor nato, viciado em inovação e agilidade. Com mais de 8 anos de experiência, atualmente trabalha com consultoria em arquitetura e processos ágeis para software. Nos últimos anos tem estudado e experimentado muito na área de linguagens de programação e cultura ágil. Ele também ajuda as pessoas a alcançarem suas metas através de coaching. Compartilha informações e opiniões através de sua conta no Twitter: @felipero

    Nesta apresentação, falarei a respeito de Domain Driven Design, apresentando os conceitos de modelo de domínio e os objetivos e padrões de DDD, além de estratégias de design e exemplos práticos que ajudam no entendimento do que é DDD na prática.

    Existe vida além do Scrum - Como ampliar seu arsenal Ágil

    Manoel Pimentel Medeiros

    Manoel Pimentel Medeiros (www.ica-ti.com.br) – Coach com mais de 15 anos de experiência na área de TI, onde atuou com Coaching e Trainning para executivos e times em ambientes organizacionais de Consultorias, Bancos e Telecom. É Diretor Executivo do ICA-TI (Instituto de Coaching Aplicado a TI) e fundador da Revista Visão Ágil, já escreveu sobre Agile e Coaching para portais e revistas do Brasil e exterior. Também palestrou em eventos nacionais e internacionais sobre agilidade. Possui as certificações PPC, CAC, CEC da SBC/BCI, Worth Ethic Corporation, CSM e CSP da Scrum Alliance e foi um dos pioneiros na utilização e divulgação de métodos ágeis no Brasil.

    Esse Lightning Talk visa relembrar ao Agilista ou ao Neo-Agilista que existem outras opções de ferramentas Ágeis além do Scrum (Sim, Scrum é uma das ferramentas).
    Iremos abordar de maneira direta que é preciso lembrar e experimentar outras ferramentas como FDD (Feature Driven Development), XP (Extreme Programming), OpenUp, Lean e afins.